segunda-feira, 30 de junho de 2014

Aquisições&Leituras *Junho*

  Num mês em que o tempo esteve louco, a Feira do Livro foi e veio (até para o ano *snif*), as leituras foram uma autêntica montanha russa e muitas foram as surpresas. A nova rubrica deu o primeiro ar de sua graça e ainda vi duas adaptações cinematógraficas de duas leituras que fizeram parte do Top 10 de 2013. 

  Entre passatempos, rubricas e opiniões, mesmo assim, parece que nada fiz num mês, e que Junho passou a voar. Acho que preciso que Julho se arraste, ou então, de me organizar melhor.

  Vale as novas séries que descobri, para desgraça da carteira e minha felicidade, e o puro prazer de subir e descer o Parque Eduardo VII rodeada de livros.



Aquisições


As Luzes de Setembro, Carlos Ruiz Zafón
Na Cama das Rainhas, Juliette Benzoni
Duas leituras por que estou muito curiosa, foram-me oferecidas pela parceira Planeta Manuscrito.


Em Sonhos, Hora do Feitiço, Enfeitiçados e Para Sempre, Nora Roberts
Oferecidos pela avó, que está a fazer a colecção para a menina.


Crane, Stacey Rourke
Ganho num giveaway no A Cup of Coffee and a Book. Muito obrigada Ner!*.* Para quem não sabe, é um retelling de A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça... De que eu gosto assim muito.


A Chama ao Vento, Carla M. Soares
Graças a um vale dado no stand da Bertrand, este menino foi completamente gratuito. Obrigada gémea por me teres dado o vale *.*


Para quem estiver curioso, também podem ver as minhas Aquisições da Feira do Livro



O Melhor do Mês
Ela voltou em grande! Há uma razão porque adoro a Libba Bray com toda a venerância. Esta mulher é qualquer coisa.



O Pior do Mês
Eu não queria, de todo, considerá-lo o pior do mês, mas foi de facto o mais fraquinho, com muita pena minha. Deve ter sido o livro que mais desgostou me deu em toda a minha vida.




As restantes Opiniões...

Querido e divertido, este livro proporcionou-me algumas horas de puro entretenimento.

Final de uma duologia distópica, este livro não conseguiu superar o primeiro, para mim, o melhor dos dois.

Aquém, também, do seu antecessor, este livro conseguiu no entanto inserir muitas coisas novas e interessantes. 

Uma das surpresas deste mês, foi um prazer ler este livro, nem que seja pela sua riqueza epocal.

Uma adaptação dos mitos nórdicos, está próximo da minha trilogia do género, Predestinados. Acho que é o melhor elogio que lhe posso fazer.

Uma das grandes surpresas deste mês, mesmo no top de preferidos, só não levou as sete estrelas por pontinhos míseros.

O meu livro preferido de sereias. Prima pela diferença.

Outro segundo volume que não superou ou igualou o primeiro. Ainda não foi desta que senti verdadeiramente a magia deste autor.



E...

Picture Puzzle #77 #78 #79 #80

Momento da Semana Harry Potter #27 #28 #29 #30



Resultados Passatempos A Revelação, Na Cama das Rainhas, As Luzes de Setembro




Próxima Opinião




domingo, 29 de junho de 2014

Opinião - A Minha Outra Metade

Título Original: For Once im My Life
Autor: Marianne Kavanagh
Editora: Topseller
Número de Páginas: 304


Sinopse
Esta é Tess. Uma rapariga jovem, obcecada por roupas vintage, presa a um trabalho que detesta. Ainda assim, tem como namorado desde a faculdade Dominic, um belo contabilista, e tem um apartamento fantástico que partilha com a sua melhor amiga, Kirsty.
Mas se a sua vida pessoal corre tão bem assim, porque é que se sente destroçada sempre que lhe perguntam pelo futuro?

Este é o George. Um músico de jazz brilhante que passa quase tanto tempo a apaziguar as brigas entre os membros conflituosos da sua banda, como passa a preocupar-se com o seu pai enfermo, e a tentar alcançar as muito altas expetativas da sua namorada corretora. Para um tipo que sempre acreditou no romance, o lado prático e deprimente da vida dos vinte e tais surgiu-lhe como um choque. Sempre à beira de chegar a algum lado melhor, ele procura algo mais… e alguém especial.

Tess e George podem muito bem ser as duas metades de algo perfeito e completo. Se ao menos os seus caminhos se cruzassem…

Siga Tess e George através de uma década de maus namoros, jantares e festas caóticas, aniversários mágicos, empregos sem-saída, relações desiguais, e muitos recomeços. A Minha Outra Metade é uma comédia moderna de costumes, de amizades e de desencontros deliciosamente inteligente.


Biografia
  Trabalhou nalgumas das revistas de maior renome da Grã-Bretanha, tendo sido a última, a Marie Claire onde foi vice-editora antes de abandonar o trabalho para estar mais tempo com a família. Desde aí é editora freelance e escritora, continuando a contribuir para revistas e jornais britânicos, e tem mesmo uma coluna semanal no site Parentdish.

  Primeiro livro de Marianne Kavanagh, A Minha Outra Metade foi publicado no início deste ano. Está traduzido para três línguas.


Opinião
  Almas gémeas e os encontros e desencontros do destino, é o mote para um romance do qual esperava muita doçura e romantismo, aliado a alguma excentricidade e diversão e, de facto, A Minha Outra Metade tem tudo isso, tendo sido uma leitura fluída e adorável, mas contudo, não foi o que esperava, tendo-me deixado, confesso, um pouco desiludida. Com uma escrita terna e divertida, aliada ao amor delicado de Tess e George, Marianne Kavanagh tinha tudo para agradar aos leitores mais sonhadores, só que isso acabou por não acontecer, resultando este livro numa história mais murcha e perdida do que se poderia pensar.

  Uma história de amor e desencontros que irá durar dez anos é o que nos promete a premissa deste livro, até aí tudo bem. O problema é que, Tess e George, apesar dos amigos em comum e de todos os eventos a que foram, nunca se encontraram, nunca se viram, nunca trocaram uma palavra. Nada. A narrativa divide-se assim, nas perspectivas de ambos, separados, nos seus problemas, relacionamentos, sonhos e amizades, perspectivas essas que nem abarcam esses dez anos de vida inteiramente, já que há anos que são saltados e outros em que se dá apenas um acontecimento, até que finalmente eles se conhecem e apaixonam-se instantaneamente. Ora, apesar de a leitura ser de facto agradável, o que acaba por acontecer é que, até ao momento do encontro, a narrativa é desequilibrada, tendo muitas quebras de ritmo, e acabando por não apaixonar o leitor, que mesmo depois do casal se conhecer, apesar de eles serem adoráveis e mesmo almas gémeas, não consegue dar-lhes credibilidade.

 Aliás, tenho a dizer que adorei a Tess e o George. São ambos apaixonados, doces, exuberantes e talentosos, mas acabam por se deixar arrastar pela vida, deixam os outros tomarem decisões por eles, não batalham, deixam de sonhar até, finalmente, darem de cara um com o outro. E isso, aliada à rapidez e superficialidade da narrativa a partir desse momento, é o que me enche de pena em relação a esta história porque eles tinham tudo para ser um casal fabuloso e isso perde-se algures. Já as personagens secundárias, um leque vasto e excêntrico de amigos e familiares, podiam ter sido tão mais interessantes se melhor desenvolvidas. O resultado é uma total falta de ligação do leitor à história e aos que lhe dão vida, pois não há nada que nos leve a importar-nos verdadeiramente.


  A Minha Outra Metade poderia ser um conto de fadas dos nossos tempos. Uma história de amor quase imortal, onde todos nós poderíamos reconhecer-nos, capaz de nos fazer sonhar. Mas acaba por ser um suspiro da linda história de amor que Marianne Kavanagh não soube embelezar.

sábado, 28 de junho de 2014

Opinião - O Palácio da Meia-Noite

Título Original: El palacio de la medianoche (#2 Niebla)
Autor: Carlos Ruiz Zafón
Editora: Planeta Manuscrito
Número de Páginas: 280


Sinopse
No coração de Calcutá esconde-se um obscuro mistério....

Um comboio em chamas atravessa a cidade. Um espectro de fogo semeia o terror nas sombras da noite. Mas isso não é mais do que o princípio. Numa noite obscura, um tenente inglês luta para salvar a vida a dois bebés de uma ameaça impensável. Apesar das insuportáveis chuvas da monção e do terror que o assedia a cada esquina, o jovem britânico consegue pô-los a salvo, mas que preço irá pagar? A perda da sua vida. Anos mais tarde, na véspera de fazer dezasseis anos, Ben, Sheere e os amigos terão de enfrentar o mais terrível e mortífero mistério da história da cidade dos palácios.



Biografia

  Nascido em 1964 em Barcelona, Carlos Ruiz Zafón nasceu sobre o signo chinês do dragão numa cidade onde estes vigiam muitos dos monumentos e, talvez por isso, coleciona estas figuras desde pequeno, tendo uma colecção com mais de 400 dragões. Tal como o animal mítico, Carlos é uma criatura nocturna, pouco sociável e pouco amigo de cavaleiros andantes. Escritor há vinte anos, começou com livros YA até que em 2001 publicou o seu primeiro livro de literatura adulta e o seu maior sucesso, A Sombra do Vento. Desde 1994 que vive em Los Angeles e escreve roteiros para filmes para além dos seus livros.

  O Palácio da Meia-Noite é o segundo volume da trilogia da Neblina e foi publicado cinco anos depois de O Príncipe da Neblina e três depois daquele que seria o último volume da trilogia. Está traduzido em mais de vinte línguas.



Opinião
  Numa cidade antiga, cheia de mistérios, fantasmas e histórias, uma alma condenada aguardou pacientemente e, agora, virá finalmente em busca da sua vingança. Uma história de terror juvenil, na mesma linha de O Príncipe da Neblina, O Palácio da Meia-Noite é contudo um livro que se pode ler como stand-alone já que a sua história nada tem a ver com a do primeiro volume de A Neblina. Carlos Ruiz Zafón, o mestre espanhol que tem vindo a apaixonar leitores, apresenta-se aqui ainda como autor inexperiente, sendo visível o seu talento mas ainda não a sua maturidade, tal como havia acontecido no livro anterior a este, levando a uma leitura satisfatória mas não genial. Contudo, é o dom de brincar com as palavras de Zafón, que dá a este livro algo de chamativo que poderia não existir.

  É, aliás, perceptível nestas páginas o talento, a beleza e profundidade da escrita única deste autor, podendo-se entrever um suspiro de algo muito melhor e que, ainda no seu estado bruto, consegue claramente, disfarçar as falhas de O Palácio da Meia-Noite. Não que esta não seja uma leitura fluída e enigmática, capaz de satisfazer o leitor e até arrepia-lo nalguns momentos, contudo, falta-lhe um certo poder hipnótico, uma capacidade de nos fazer prender a respiração, necessárias a uma leitura fantasmagórica como esta. Até porque a história por trás deste livro é interessante o suficiente para nos levar a querer lê-lo e tem a dose certa de adrenalina, sem dúvida.

  Aquilo que para mim acaba por falhar nesta leitura é a rapidez da narrativa que leva a consequente falta de pormenor e desenvolvimento, não dando ao mistério a força necessária para que este se sustenha, retirando-lhe todo o factor surpresa que acaba por nunca alcançar o leitor, tal é óbvia a identidade do vilão. Uma pena, já que existe uma aura fantasmagórica e incendiária nesta história que, com um pouco mais de cuidado, poderia torna-la em algo pujante e mesmo brilhante.

  O que falta em complexidade ao desenvolvimento, encontra-se no entanto bem explícito nas personagens. Cada um dos sete jovens que formam a Chowber Society, e Sheeren, têm algo para dar, entregando-nos as suas capacidades, problemas e qualidades, sonhos e terrores, com uma ingenuidade e entrega muito próprias da sua idade. São eles, donos de uma profundidade provocada pela vida que tiveram, que acabam por avivar estas páginas graças ao seu sentido de amizade, honra e fidelidade.


  Apesar de ter sido lido num ápice, O Palácio da Meia-Noite soube-me a pouco, mas a promessa que ele contém continua a fazer-me querer ler os livros deste autor com a mesma vontade.



As minhas Opiniões da Trilogia

sexta-feira, 27 de junho de 2014

Conhece o Comandante Serralves!

  Esta é a Era da Aliança Humana. Uma nova ordem Mundial forjada a sangue e fogo pela necessidade de unir os povos da Terra para derrotar uma invasão alienígena.

  Não, esta não é a estória dessa guerra. Essa já nos foi contada e recontada pela FC desde os seus primórdios. Esta é a estória do que veio depois.

  São tempos de paz, união, desenvolvimento, abundância e colonização do sistema solar. No entanto, tudo tem um preço e nem todos estão dispostos a aceitar o sacrifício da liberdade e da cultura de cada povo em troco deste futuro unido sobre uma única égide. E ninguém se rebela mais que o vulpino, grandíloquo e questionável Comandante Serralves. Armado com umas quantas “prendas” deixadas pelos derrotados invasores e na companhia de um caótico imbróglio de aliados, o perigoso rebelde garantirá que o poder estabelecido nunca tenha uma noite de sono descansada.

  Na tradição das clássicas space operas, “Comandante Serralves – Despojos de Guerra” é um universo aberto escrito a seis mãos. O que começou como um modesto conto e um protagonista-conceito simples, floresceu em complexidade e novas perspectivas ao ser expostos aos talentos (e consideráveis neuroses) de um grupo de jovens escritores.

  Uma aventura espacial excitante e intrigante que promete apelar a todos os leitores.




Fica a conhecer mais sobre o projecto Imaginauta aqui

O Diabo dos Anjos agora é.... Encontro em Itália

  Quando conheci a Liliana foi para ler um livrinho chamado O Diabo dos Anjos...

  Esse livro tinha um gato preto na capa mas agora já não tem.

  Depois de o Inverno de Sombras, a Marcador traz ao público português mais uma obra da Liliana, este Encontro em Itália, que já podem encontrar em qualquer livraria nacional.

  Parabéns por mais um livro publicado minha querida, espero puder lê-lo em breve e que ainda hajam resquícios daquela que foi a história que nos apresentou.


Título: Encontro em Itália
Autor: Liliana Lavado
Editora: Marcador
Número de Páginas: 488
Preço: €17,50
ISBN: 978-989-75-4095-0


Sinopse

  Encontro em Itália revela a história de dois amigos de infância: Henrique e Sara que pouco têm em comum, para além de uma paixão por livros e uma amizade que ambos já deram como perdida. Após vários anos afastados, ele é agora um estudante finalista de Literatura Inglesa que olha com receio os dias fora das paredes seguras da Universidade e ela uma aspirante a escritora que se esvanece no tumulto de um grupo de amigos problemáticos.

  Durante uma viagem a Itália, que tem tudo para ser perfeita, vão encontrar um livro misterioso, um gato com um estranho sentido de humor e uma inesperada aventura que os volta a juntar no mesmo caminho. Henrique e Sara podem ter encontrado um no outro o pretexto que tanto procuravam para adiar decisões e contornar o futuro.


Lançamento da Primeira Antologia da Editorial Divergência


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Opinião - Deep Blue

Título Original: Deep Blue (#1 Waterfire Saga)
Autor: Jennifer Donnelly
Editora: Disney Hyperion
Número de Páginas: 352


Sinopse
Deep in the ocean, in a world not so different from our own, live the merpeople. Their communities are spread throughout the oceans, seas, and freshwaters all over the globe.

When Serafina, a mermaid of the Mediterranean Sea, awakens on the morning of her betrothal, her biggest worry should be winning the love of handsome Prince Mahdi. And yet Sera finds herself haunted by strange dreams that foretell the return of an ancient evil. Her dark premonitions are confirmed when an assassin's arrow poisons Sera's mother. Now, Serafina must embark on a quest to find the assassin's master and prevent a war between the Mer nations. Led only by her shadowy dreams, Sera searches for five other mermaid heroines who are scattered across the six seas. Together, they will form an unbreakable bond of sisterhood and uncover a conspiracy that threatens their world's very existence.



Biografia
  Cresceu entre Lewis e Westchester, no estado de Nova Iorque e licenciou-se em Literatura Inglesa e História Europeia. O seu livro preferido é Ulysses de James Joyce e a personagem literária com que mais se identifica é Clarice Starling.

  Jennifer começou a escrever em 2002, quando publicou o seu livro de imagens para crianças e, também, o romance que lhe havia de granjear o sucesso, The Tea Rose, o primeiro dos seus cinco romances históricos.


  Numa tentativa de fugir aos fantasmas do passado que haviam inspirado as suas obras anteriores, Jennifer procurou algo novo mas sentia-se bloqueada, até que uma exposição de Alexander McQueen no MET aliada a uma chamada do seu agente sobre um projecto da Disney, a catapultou para o que viria a ser Deep Blue. Publicado este ano, será seguido por Rogue Wave, e é o primeiro de quatro livros da série Waterfire. Ainda só se encontra publicado na sua língua original.


Opinião
  Um vestido invocou uma visão. Uma visão de um mar belo e cativante, de um mar obscuro e traiçoeiro, que iria inspirar Jennifer Donnelly a escrever sobre profecias, demandas, amizade e sereias. Deep Blue é único na sua concepção, uma história arrebatadora cheia de promessas, que irá finalmente satisfazer os fãs da mitologia marinha e os que estão fartos de livros sobre amores românticos. Com uma escrita cuidada e doce, Donnelly leva-nos para as profundezas dos oceanos onde canções são feitiços, lendas verdades distorcidas e a amizade é o mais poderoso dos poderes. Uma história sobre descobrimento e destino, princesas e monstros mas, mais do que isso, uma jornada pelos mais belos tesouros e os mais monstruosos pesadelos.

  Conchas, anémonas, pérolas e estrelas do mar. Castelos afogados, caudas coloridas e brilhantes e espelhos cheios de algas onde podemos ver mais do que a nossa imagem. Polvos ou piranhas como animais de estimação. Canções que contam histórias e enfeitiçam. Bruxas que nos salvam e príncipes que nos desiludem. Este é o mundo que vive por entre as páginas deste livro. Um mundo de sonhos e imaginação, de lendas e contos de fadas. Mais do que as lindíssimas descrições que nos apresentam este mundo cheio de tesouros e magia, é a complexidade desta sociedade marinha que nos conquista. Reinos ou impérios, herdeiros da caída e bela Atlântida, reflectem nas suas caraterísticas as influências dos mares em que estão localizados e, se em terra o século XXI decorre, no mar o tempo parece ter parado numa época de bailes, intrigas e rainhas. Sociedades matriarcais, magia e profecias rivalizam com a extinção das espécies, a poluição e a caça ilegal, num confronto entre água e terra, futuro e passado, magia e ciência.

  Ao longo desta leitura, entrámos numa jornada que nos irá levar até um mal demasiado poderoso e antigo, um mal que tem deixado um rasto de destruição e crueldade atrás de si, discórdia e intrigas que têm dividido o mundo e provocado uma guerra tenebrosa. Para o destruir, é necessário união, poder, mas acima de tudo amizade, entre as mais improváveis das sereias. Aqui está a razão porque Deep Blue é tão refrescante em relação a outros livros. Não é sobre amor e príncipes encantados, é sobre amizade, confiança e ligação. É uma história onde seis raparigas não precisam de um rapaz que seja para mostrarem o que valem. É sobre família, expectativa e auto-descobrimento.

  As únicas falhas que se podem apontar a este livro são o final abrupto que nos deixa completamente perdidos e as personagens que precisavam de mais de profundidade. Se ficámos a conhecer bem Serafina e Neela, já Ava, Astrid, Ling e Becca entram tarde na narrativa e acabam por não conseguirem ser bem apresentadas na história, com muita pena minha. Quanto às personagens secundárias pareceram-me interessantes e o vilão convenceu-me.


  Cativante e delicioso, doce e aventureiro, Deep Blue é uma pérola única no vasto meio literário do género, que merece ser lido e apreciado, não só pela sua diferença, mas também pela sua essência. 


Oyster Dress, o vestido de Alexander McQueen que inspirou a autora

Submissões Abertas para Nova Antologia


Momento da Semana Harry Potter #30

Esta meme foi criada pelo blogue Uncorked Thoughts e o objectivo é partilhar personagens, feitiços, objectos e citações dos livros/filmes de Harry Potter, da própria J.K. Rowling ou algo relacionado. Em cada semana é escolhido um tópico, já tendo vários sido discutidos como podem ver aqui. O tópico desta semana é Melhor Segredo de Hogwarts.

Olha um tópico fácil para variar!

Acho que é de comum acordo que o Prémio de Melhor Segredo vá para a Sala das Necessidades. Afinal, quem não apreciaria uma sala que se transforma naquilo que precisámos naquele preciso momento?

"It is a room that a person can only enter when they have real need of it. Sometimes it is there, and sometimes it is not, but when it appears, it is always equipped for the seeker's needs"—Dobby to Harry Potter 

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Se Eu Fosse Um Livro *TAG*

Encontrei esta TAG no little house of books e, apesar de ser pequenina, é muito gira e difícil de responder, também!

A TAG é original daqui


1) Qual seria o teu título se fosses um livro? 
Algo curto e significativo que o leitor só perceberia depois de me ler.

2) Que autor escreveria a história desse livro?
Jacqueline Carey ou Anne Bishop. Cassandra Clare ou Libba Bay.

3) Que capa terias?
Uma capa em tons escuros, com ilustrações de livros, anéis e perfumes. E talvez estrelas. Com ar vintage.

4) O terias capa mole ou capa dura?
Capa dura.

5) Quantas páginas terias?
458. Foi o primeiro número que me veio a cabeça.

6) Qual género desse livro e porquê?
Fantasia histórica porque junta os dois géneros que mais gosto.

7) Quem gostarias que deixasse um comentário na contracapa?
Leigh Bardugo, Lauren DeStefano ou Josephine Angelini.

Picture Puzzle #80


Regras:
  • Escolher um livro;
  • Arranjar imagens representativas das palavras dos títulos (uma imagem por palavra, ignorando os "e, o(s), a(s), de, etc.);
  • Fazer o post e convidar o pessoal a tentar adivinhar o livro;
  • Se estiver a ser difícil podem ser fornecidas pistas mas está ao critério do administrador do blogue;
  • As imagens não têm de literalmente representar o título
Podem consultar a rubrica nos seguintes blogues: Bookeater/Booklover 


Puzzle #1

Pistas: de um autor português; 




Puzzle #2

Pistas: subtítulo de um livro pertencente a uma série; traduzido para português



segunda-feira, 23 de junho de 2014

Opinião - Shatter Me

Título Original: Shatter Me (#1 Shatter Me)
Autor: Tahereh Mafi
Editora: Harper Collins
Número de Páginas: 338


Sinopse
I have a curse
I have a gift

I am a monster
I'm more than human

My touch is lethal
My touch is power

I am their weapon
I will fight back

Juliette hasn’t touched anyone in exactly 264 days.

The last time she did, it was an accident, but The Reestablishment locked her up for murder. No one knows why Juliette’s touch is fatal. As long as she doesn’t hurt anyone else, no one really cares. The world is too busy crumbling to pieces to pay attention to a 17-year-old girl. Diseases are destroying the population, food is hard to find, birds don’t fly anymore, and the clouds are the wrong color.

The Reestablishment said their way was the only way to fix things, so they threw Juliette in a cell. Now so many people are dead that the survivors are whispering war – and The Reestablishment has changed its mind. Maybe Juliette is more than a tortured soul stuffed into a poisonous body. Maybe she’s exactly what they need right now.

Juliette has to make a choice: Be a weapon. Or be a warrior.



Biografia
  Tahereh Mafi nasceu numa pequena cidade algures no Connecticut mas agora vive em Santa Monica, California, onde o tempo é demasiado perfeito para o seu gosto. Quando não tem um livro à mão, lê tudo o que lhe apareça a frente, incluindo cupões. Talvez devido ao seu problema com a cafeína.


  Em 2011, publicou o seu primeiro livro Shatter Me, traduzido para mais de dezoito línguas e cujos direitos foram vendidos à 20th Century Fox.


Opinião
  Este foi um daqueles livros que, a pouco e pouco, se foi imiscuindo na minha mente, até a curiosidade ser quase insuportável. A verdade é que por mais opiniões que já tivesse lido, nunca mas nunca, poderia ter adivinhado a história formidável que viria a ler. Shatter Me é um daqueles casos que se ama ou odeia, muito por culpa da escrita de Tahereh Mafi, poética e lírica, crua e insana, imensamente original e absorvente. Somos apanhados desde a primeira palavra e, quando damos conta, já estamos completamente enredados nesta história frenética. Excusado será dizer que faço parte do grupo que adorou este livro, a começar por isto mesmo, pela forma única e intensa com que Mafi nos envolve nesta história de loucura, sobrevivência e estranheza.

  Quando começamos esta leitura somos atacados pela insanidade, dureza e choque, sensações que nos vão acompanhando, ao mesmo tempo, que o fascínio aumenta página a página, impedindo-nos de largar este livro. Cruel e frenético, distópico com queda para história de super-heróis, Shatter Me é uma tempestade de emoções e conflitos, uma narrativa altamente psicológica, que mexe com a nossa mente, apresentando-nos o pior do ser humano, bem como a forma como somos capazes de distorcer o bem e o mal, a obsessão e o amor, a crueldade e a justiça da forma que nos for mais conveniente.  Mas, não deixa por isso, de ser uma história cheia de adrenalina, surpresas e mistérios, capaz de nos espantar, amedrontar ou fascinar sem darmos conta, através de momentos fortes e carregados de tensão.

  Nesta narrativa, somos muitas vezes confrontados com situações onde algo puramente físico pode ser confundido como sentimento, onde obsessão e ilusão são formas distorcidas de afecto, onde passados falsamente perfeitos provocam agonia, vingança e fúria, situações estas que demonstram como a moral, o comportamento ou mesmo os relacionamentos nesta história, são corrompidos pelas experiências pu pelos maus tratos psicológicos e, consequentemente, pela necessidade de algo bondoso e de uma certa esperança. Esta capacidade da autora em demonstrar tão perfeitamente como uma sociedade pode ser desfeita em meras palavras, como um ser humano pode ser diminuído por não se enquadrar nos parâmetros e exigências dos seus pares e progenitores, é um dos motivos porque esta história é tão poderosa. Aqui nada é racional, moralmente perfeito ou idealmente construído, o que faz com que esta seja uma leitura diferente e pouco usual.

  Apesar de pouco sabermos sobre o mundo distópico que está por trás desta história, conhecendo apenas o governo/identidade que tudo controla e a forma como opera interiormente, o que deixa muito por descobrir e desbravar (sendo uma das razões porque este livro não é excelente), há um factor que acaba por desculpar, um pouco isto. É a inspiração que dá mote a este livro. Nesta sociedade há pessoas diferentes, capazes de fazer coisas inimagináveis e que são exiladas pela sociedade, destruídas e abandonadas pelas suas capacidades incompreendidas. E é esta vibe de X-Men, sem ser cópia ou inspiração rasca, que torna este livro ainda mais fascinante e refrescante dentro do género.

  Tal como a história, também as personagens são um pouco insanas, variando entre frágeis e demasiado poderosas, socialmente falhadas e psicologicamente complexas. Juliette, a protagonista, é social e psicologicamente complexa, uma criança no corpo de uma adolescente, que não sabe o que é e muito menos como se relacionar devido à sua falta de afecto e relações físicas. Não é uma personagem com que nos identifiquemos mas acaba por nos fascinar pelas suas limitações. Já Warner, misterioso e psicopata, é a personagem que mais mexeu comigo, primeiro por nos apercebermos que há muita coisa por trás, depois pela sua complexidade quer em emoções quer em acções. Kenji, no entanto, é a minha personagem preferida pelo seu lado divertido e por se revelar uma surpresa no final do livro. A única personagem com que acabei por antipatizar foi Adam. Sinceramente acho que é um panhonha e o moço dá-me urticária.


  Depois desta longa opinião, penso que dá para perceber que fiquei viciada nesta trilogia. Shatter Me é um começo incrível que promete uma história forte em emoções e revelações, capaz de mexer com a nossa mente e deixar-nos completamente fascinados.

Resultado Passatempo *Na Cama das Rainhas*

  Com o apoio da parceira Planeta Manuscrito, tinha um exemplar de Na Cama das Rainhas, o mais recente livro da Juliette Benzoni.

  Ora, com a ajuda do random.org, das 186 participações válidas, o número escolhido foi...


59. Stela (...) Silva, Covilhã


  Muitos Parabéns à vencedora, a qual já contactei por email, que irá receber em casa este livrinho!

domingo, 22 de junho de 2014

Opinião - Anjos Rebeldes

Título Original: Rebel Angels (#2 Gemma Doyle Trilogy)
Autor: Libba Bray
Editora: 1001 Mundos
Número de Páginas: 480


Sinopse
Um livro cheio de história, mistério e romance.

Ah, o Natal! Gemma Doyle está desejosa das férias fora da Academia Spence, de passar o tempo com as amigas na cidade, de ir a bailes elegantes e, numa nota sombria, de cuidar do pai doente.
Quando se prepara para entrar no Ano Novo de 1896, um jovem bonito, Lorde Denby, parece estar interessado em conquistar Gemma. No entanto, no meio das distrações de Londres, as visões de Gemma intensificam-se - visões de três raparigas vestidas de branco, a quem algo terrível aconteceu, algo que só os reinos podem explicar...
A atração é forte, e em pouco tempo, Gemma, Felicity e Ann estão a transformar flores em borboletas no mundo encantado dos reinos a que só Gemma pode levá-las. Para grande alegria delas, a sua querida Pippa também está lá, ansiosa por completar o círculo de amizade.
Mas nem tudo está bem nos reinos - ou fora dele. O misterioso Kartik reapareceu, dizendo a Gemma que ela deve encontrar o Templo e vincular a magia, ou algo terrível irá acontecer-lhe. Gemma está disposta a fazer-lhe a vontade, apesar dos perigos que isso acarreta, pois isso significa que irá encontrar-se com a maior amiga da sua mãe - e agora sua inimiga, Circe. Até Circe ser destruída, Gemma não pode viver o seu destino. Mas encontrar Circe revela-se uma tarefa muito perigosa.



Biografia
  Nascida no Alabama e filha de um ministro presbiteriano, Libba Bray, ou melhor, Martha Elizabeth Bray, escreveu a sua primeira história aos 11 anos, história que a mãe guarda religiosamente, aos 13, juntamente com as melhores amigas, vestiu-se tal e qual a banda Kiss para o Halloween e aos 18 um acidente de viação custou-lhe o olho esquerdo e parte da cara. Mudou-se para Nova Iorque aos 26 anos, onde conheceu o homem com quem viria a casar em Florença durante uma viagem de trabalho. O seu pior defeito é exagerar, detesta palavra “talvez” e adora a palavra redenção.

  É autora de seis livros e participou em dez antologias, tendo publicado o seu primeiro livro, Uma Grandiosa e Terrível Beleza em 2003. Autora bestseller do New York Times e vencedora de vários prémios literários, Libba está neste momento a escrever o segundo volume da sua nova trilogia passada nos loucos anos 20. Os três livros da trilogia Gemma Doyle receberam os prémios ALA Teen’s Top Ten e Anjos Rebeldes, publicado em 2005, recebeu mais nove prémios para além desse e está traduzido para treze línguas. Uma mistura entre ficção histórica, fantasia e terror, esta trilogia passada na época vitoriana é um autêntico conto gótico que tem conquistado tanto os leitores como os críticos.


Opinião
  Anos depois da publicação de Uma Grandiosa e Terrível Beleza, heis que finalmente, as livrarias nacionais recebem a continuação da série que me fez conhecer uma das autoras que mais adoro e, deixem-me que vos diga, que regresso em grande. Mais sombrio e aterrorizador, Anjos Rebeldes mostra o talento de Libba Bray para criar narrativas cheias de ilusões, magia e sonhos, onde a loucura pode ser a sanidade e a luz a escuridão. Num confronto contra uma inimiga demasiado poderosa, a lealdade e o amor podem levar à ruptura, a beleza pode esconder horrores e a confiança não pode, nunca, ser dada de ânimo leve. Uma história gótica, bela e original, este livro perpetua a tradição do seu antecessor e volta a demonstrar a voz única e brilhante de Libba Bray.


  Depois de um primeiro volume bastante introdutório, cheio de suspense, segredos e mistério, Anjos Rebeldes vem dar resposta a muitas questões enquanto cria mais dúvidas,  numa narrativa flúida, complexa e arrepiante. Com uma escrita imaginativa, um humor único e uma adaptação perfeita da época vitoriana à fantasia, Libba dá-nos uma trilogia que nos faz suspender a respiração e percorrer as páginas com uma fome voraz que nem o virar da última página acalma, onde cada momento pode provocar arrepios e exclamações de surpresa, onde tudo pode terminar numa revelação atroz. Num cenário mais gótico e sombrio, este segundo volume é uma caixinha de surpresas prestes a abrir-se quando menos esperámos, assolando-nos com a sua beleza terrível, segredos obscuros e esperanças inalcançáveis.


  Rapidamente nos apercebemos ao longo desta leitura que Libba é uma mestra em deixar os seus leitores em suspenso, dando respostas ansiadas mas, também, ainda mais questões que fazem a nossa mente fervilhar com hipóteses, conseguindo assim,, surpreender-nos com as reviravoltas que dá à sua história, enredando-nos por completo na complexa teia de magia, fascínio e loucura que criou. Ao colocar a acção deste livro em plena Londres vitoriana em época de Natal, a autora mostra-nos ainda mais o seu talento, ao conjugar detalhes históricos, atitudes e situações próprias da época com a parte fantástica desta história numa sintonia perfeita. Entre os salões londrinos e os reinos, de bailes a hospícios, as nossas protagonistas submergem em segredos e verdades ocultas enquanto vão vivendo a sua vida normal e enfrentam as suas próprias demandas e medos pessoais.


  É notório ao longo da narrativa o crescimento e a profundidade das três jovens, que a cada momento conseguem mostrar que são mais do que aparentam e que por trás do porte perfeito e comportamento irrepreensível elas próprias escondem demasiado, temem demasiado e à sua maneira, cada uma delas, luta pelo que quer e dá a sua parte sem nunca se esquecerem de si mesmas.  Longe de serem perfeitas, Gemma, Felicity e Ann, acabam por ser protagonistas que suscitam o nosso interesse, que nos irritam, nos fazem rir e provocam a nossa pena pois nenhuma delas é apenas uma linda boneca mas sim jovens a caminharem para adultas, a formarem personalidades, com demasiados segredos e medos, e sonhos enterrados bem no fundo de si mesmas. Diferentes em todos os aspectos, elas são a prova que a verdadeira amizade se forma conhecendo todos os defeitos, aceitando todas as fraquezas e unindo-se nos piores momentos.


  Com uma história sobrenatural original, que se vai desvendado ao longo de cada livro mas deixando-nos sempre em suspenso, esta trilogia acaba por se destacar cada vez mais das restantes do género em muitos aspectos, quer pela sua história esotérica, tão bela quanto terrível, e da qual nem nos sentimos capaz de prever o fim, quer pelas personagens profundas e misteriosas ou mesmo pelo temível triângulo amoroso. A forma como Gemma vê os dois rapazes unidos a si acaba por lhe conseguir o nosso respeito pois apesar de se portar como a adolescente que é em algumas situações, ela também prova que a sua tarefa, a forma como foi educada e a época em que vive faz com que ela veja a realidade e impossibilidade de ambos os relacionamentos, colocando a amizade e o seu papel na ordem do mundo antes da vontade do seu coração. 


  Uma continuação que eu ansiava ler e que me surpreendeu muito pela positiva, Anjos Rebeldes é o meio entre o início e o fim, um livro que provoca ataques cardíacos, que mostra os caminhos mas que ainda oculta muitos detalhes e me fez tanto ansiar pelo último livro como querer fugir dele porque nada nesta história é simples, nem me quer parecer, feliz mas isso não apaga a sua excelência, brilho e originalidade.


As minhas opiniões da série

Ultimate Book Tag *TAG*

Criada pela Megan, esta TAG gigantesca mas muito gira consiste em perguntas bastante interessantes... Encontrei-a no The Mistery's Garden.


1. Sentes-te mal por ler no carro?
Sim, e no autocarro. Só no metro é que não, infelizmente.

2. Qual autor tem um estilo de escrita completamente único para ti e porquê?
 A Jacqueline Carey porque tem uma escrita muito floreada e requintada e contudo consegue exprimir bastante emoção através dela.

3. Harry Potter ou Crepúsculo? Dá três razões para defender a tua escolha.
 Harry Potter.
1 - Porque é a melhor série de todos os tempos e marcou a minha infância e adolescência.
2 - Levou à minha paixão por fantasia.
3 - Foi a primeira saga que comecei e acabei.

4. Carregas contigo uma saca de livros? Se sim, o que levas lá dentro, para além de livros?
 Não. Trago é sempre um livro ou o Kobo na mala.

5. Costumas cheirar livros?
De uma forma discreta e em privado...

6. Livros com ou sem pequenas ilustrações?
 Depende. Geralmente leio livros sem ilustrações mas perco a cabeça se encontrar um bonito.   

7. Qual o livro que amaste enquanto o lias, mas descobriste mais tarde que não tinha muita qualidade?
Bem, eu adorei ler o Diamonds and Deceit mas quando me sentei a escrever a opinião percebi que lhe faltava muito em qualidade.

8. Tens alguma história engraçada da tua infância que envolva livros?
Tenho! Esta pessoa adoradora e respeitadora de livros tinha a mania, antes dos seis anos, de recortar os seus livros preferidos para guardar as imagens... Relembrei que eu era muito pequenina.

9. Qual o livro mais pequeno da tua estante?
O escaravelho de ouro de Edgar Allen Poe.

10. Qual o maior livro da tua estante?
The Pillars of the Earth de Ken Follett.

11. Escreves tão bem como lês? Vês-te no futuro como escritora?
Sim, pelo menos acho que sim... Não, definitivamente não.

12. Quando começaste a ler?
Assim que aprendi a ler. Portanto aos seis, sete. 

13. Qual o teu clássico favorito?
Não posso escolher só um! O Conde de Monte Cristo, O Monte dos Vendavais, Anna Karenina e Orgulho e Preconceito. Só para nomear alguns.

14. Na escola eras melhor a que disciplina?
História e Português.
   
15. Se te dessem um livro como presente que já tivesses lido e odiado, o que fazias?
Agradecia imenso mas dava uma desculpa como "Já o tenho" para perguntar se a pessoa não se importaria que o trocasse.

16. Qual o teu pior hábito enquanto blogger/youtuber?
De vez em quando deixar-me cair na rotina.

17. Qual a tua palavra favorita?
Maléfica. Não perguntem.
   
18. Nerd, Dork ou Dweeb?
Dork.
   
19. Vampiros ou Fadas?
Vampiros.
  
20. Zombies ou Vampiros?
Eu sou fiel. Vampiros.

21. Triângulo Amoroso ou Amor Proibido?
Amor Proibido!!!

22. Livro de Romance ou Livro de ação com algumas cenas de romance à mistura?
Definitivamente algo que misture uma data de coisas. Não consigo ler só livros de romance ou só livros de acção.