Ainda com as emoções ao rubro, com os pés dormentes da dor de ter estado em pé das 18.10h até as 21.38h para finalmente ver os meus dois exemplares autografados e ouvir um "How are you?" do George R. R. Martin sinto-me feliz e realizada por hoje!
Depois de ter estado uma hora a espera, Mr. Martin lá entrou na sala do Villaret ao som do genérico da série. Com um humor impressionante lá nos contou a história de cada um dos contos da nova antologia, respondeu às perguntas que lhe fizeram com simpatia e pediu desculpa por não puder colocar dedicatórias nos livros.
Ficámos a saber que saberemos o que aconteceu a Lyanna e Rhaegar no último livro (ainda estás tão longe!!), que Tyrion Lannister é a personagem preferida do escritor e que ele acha os goldfish muito estúpidos (também eu!). Mais importante, há notas sobre a direcção que a série deve seguir caso ele não consiga terminá-la mas o George vai ver muitos anos ainda e terminar os nossos livrinhos, não vai?
Nota: Para além de parecer o Pai Natal, adorei os suspensórios e a boina!
Deixo-vos uma imagem cuja qualidade não é muito boa mas digo já que é o Martin a autografar-me os livros =p
Deixo-vos também uma foto dos autógrafos e do livro novo!
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quarta-feira, 18 de abril de 2012
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
Opinião - Os Reinos do Caos
Título Original: A Dance with Dragons (2ª parte)
Autor: George R. R. Martin
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 608
Sinopse
O inverno aproxima-se de um mundo mergulhado no caos. No norte dos Sete Reinos está iminente uma batalha decisiva pelo que resta do antigo domínio dos Stark. Ainda mais a norte, Jon Snow luta por encontrar um equilíbrio entre as tradições da Patrulha da Noite e o que o seu instinto lhe diz ser o caminho correto a seguir. A sul, velhas alianças esperam o tempo certo para serem reveladas, enquanto os homens de ferro assolam os mares e as costas dos domínios Tyrell. Do outro lado do mar estreito, tudo converge para a Baía dos Escravos, onde Daenerys Targaryen tarda em ganhar a paz na inquieta cidade de Meereen. E os dragões? Qual será o seu papel no meio de tudo isto? Muitos estão certos de que a tão temida reconquista de Westeros está prestes a começar.
Opinião
Regressar a Westeros é sempre uma aventura recheada de todo o tipo de emoções. Principalmente quando esta é a segunda parte de um livro tão aguardado como foi o A Dance with Dragons e quando sabemos que estamos a aproximar-nos do fim daquela que é a maior obra da Fantasia depois de O Senhor dos Anéis.
Apesar de estarmos a dois livros do fim, nostalgia é algo que Martin ainda não está para nos conceder e, num livro em que muitas personagens ficaram de parte e outras tiveram maior destaque, a dúvida instala-se. Estará o escritor preparado para terminar A Song of Ice and Fire nos dois livros previstos? Ou será que vamos ter um final imprevisível?
Depois de ler este livro, estas e outras dúvidas surgiram, afinal por esta altura, enquanto leitora desta série já esperava ver algumas questões respondidas, o que não foi o caso. Parece que quanto mais se aproxima o grand finale mais surpresas nos estão reservadas, o que, espero eu, signifique que vamos ter grandes surpresas e revelações.
Quanto a este Os Reinos do Caos, foi bom regressar a algumas das personagens de que gosto muito e ver novos desenvolvimentos de algumas personagens mais secundárias. Algumas informações foram deslindadas apenas para nos trazer mais perguntas, mas isso já é habitual em Martin, dá a sensação que ele gosta de nos ver sofrer até as últimas. Infelizmente, eu preferia era começar a ver a luz ao fundo do túnel mas não foi desta. Mais uma vez, tudo acontece e nos ficámos a saber o mesmo. Ou melhor, a ansiedade só aumentou com este livro, em que houve POV’s que me deixaram deveras preocupada. Que fui apanhada de surpresa em vários deles não há dúvidas mas a confusão está instalada por todo o lado e tudo encontra-se, mais uma vez, incerto.
POV’s houve em que quase podia ter tido uma apoplexia, outros que me apanharam de surpresa e outros que me deixaram numa autêntica pilha de nervos. Houve aqueles que gostei e um em especial em que me já sentia fartinha de estar sempre a levar com o mesmo, acho que quem já leu sabe do que estou a falar. Dois finais deixaram-me apreensiva, uma vez que são duas das minhas personagens preferidas, sendo que um deles foi um dos melhores POV’s deste livro de tão brutal e inesperado que foi. Há uns que continuo sem perceber que utilidade terão no fim disto tudo, outros chegaram para não ter utilidade nenhuma. Foi algo que me irritou porque por esta altura, queremos é soluções e respostas e não um monte de inutilidades para preencher páginas.
Neste livro ainda se sente que há muita pólvora para queimar, que está a começar a preparar-se a grande batalha pelo Trono de Ferro mas nada está definido e ainda nada chegou a uma conclusão. Tudo está em aberto, o que para aqueles que esperaram anos por este livro, deve ter sido um balde de água fria tremendo. Eu que só estive uns meses a espera deste livro, uma vez que terminei Mar de Ferro a um ano, fiquei tão apreensiva por saber que ainda falta tudo por se descobrir, que só posso imaginar o que os seguidores de anos sentiram quando o terminaram.
É claro que mesmo com tanta coisa que devia ter acontecido e não aconteceu, este livro tem a qualidade Martin por todos os lados e consegue colocar alguns livros de parte por todas as sensações que provoca. O facto de ter sabido (pouco) de algumas personagens que me são queridas contribuiu para este livro me ter agradado por um lado, e me ter deixado parva por outro.
Aquilo que me preocupa é quanto tempo demorará para que Winds of Winter chegue e quantas páginas terá… Porque, ou muito me engano, ou vem aí mais um calhamaço…
6*
Autor: George R. R. Martin
Editora: Saída de Emergência
Páginas: 608
Sinopse
O inverno aproxima-se de um mundo mergulhado no caos. No norte dos Sete Reinos está iminente uma batalha decisiva pelo que resta do antigo domínio dos Stark. Ainda mais a norte, Jon Snow luta por encontrar um equilíbrio entre as tradições da Patrulha da Noite e o que o seu instinto lhe diz ser o caminho correto a seguir. A sul, velhas alianças esperam o tempo certo para serem reveladas, enquanto os homens de ferro assolam os mares e as costas dos domínios Tyrell. Do outro lado do mar estreito, tudo converge para a Baía dos Escravos, onde Daenerys Targaryen tarda em ganhar a paz na inquieta cidade de Meereen. E os dragões? Qual será o seu papel no meio de tudo isto? Muitos estão certos de que a tão temida reconquista de Westeros está prestes a começar.
Opinião
Regressar a Westeros é sempre uma aventura recheada de todo o tipo de emoções. Principalmente quando esta é a segunda parte de um livro tão aguardado como foi o A Dance with Dragons e quando sabemos que estamos a aproximar-nos do fim daquela que é a maior obra da Fantasia depois de O Senhor dos Anéis.
Apesar de estarmos a dois livros do fim, nostalgia é algo que Martin ainda não está para nos conceder e, num livro em que muitas personagens ficaram de parte e outras tiveram maior destaque, a dúvida instala-se. Estará o escritor preparado para terminar A Song of Ice and Fire nos dois livros previstos? Ou será que vamos ter um final imprevisível?
Depois de ler este livro, estas e outras dúvidas surgiram, afinal por esta altura, enquanto leitora desta série já esperava ver algumas questões respondidas, o que não foi o caso. Parece que quanto mais se aproxima o grand finale mais surpresas nos estão reservadas, o que, espero eu, signifique que vamos ter grandes surpresas e revelações.
Quanto a este Os Reinos do Caos, foi bom regressar a algumas das personagens de que gosto muito e ver novos desenvolvimentos de algumas personagens mais secundárias. Algumas informações foram deslindadas apenas para nos trazer mais perguntas, mas isso já é habitual em Martin, dá a sensação que ele gosta de nos ver sofrer até as últimas. Infelizmente, eu preferia era começar a ver a luz ao fundo do túnel mas não foi desta. Mais uma vez, tudo acontece e nos ficámos a saber o mesmo. Ou melhor, a ansiedade só aumentou com este livro, em que houve POV’s que me deixaram deveras preocupada. Que fui apanhada de surpresa em vários deles não há dúvidas mas a confusão está instalada por todo o lado e tudo encontra-se, mais uma vez, incerto.
POV’s houve em que quase podia ter tido uma apoplexia, outros que me apanharam de surpresa e outros que me deixaram numa autêntica pilha de nervos. Houve aqueles que gostei e um em especial em que me já sentia fartinha de estar sempre a levar com o mesmo, acho que quem já leu sabe do que estou a falar. Dois finais deixaram-me apreensiva, uma vez que são duas das minhas personagens preferidas, sendo que um deles foi um dos melhores POV’s deste livro de tão brutal e inesperado que foi. Há uns que continuo sem perceber que utilidade terão no fim disto tudo, outros chegaram para não ter utilidade nenhuma. Foi algo que me irritou porque por esta altura, queremos é soluções e respostas e não um monte de inutilidades para preencher páginas.
Neste livro ainda se sente que há muita pólvora para queimar, que está a começar a preparar-se a grande batalha pelo Trono de Ferro mas nada está definido e ainda nada chegou a uma conclusão. Tudo está em aberto, o que para aqueles que esperaram anos por este livro, deve ter sido um balde de água fria tremendo. Eu que só estive uns meses a espera deste livro, uma vez que terminei Mar de Ferro a um ano, fiquei tão apreensiva por saber que ainda falta tudo por se descobrir, que só posso imaginar o que os seguidores de anos sentiram quando o terminaram.
É claro que mesmo com tanta coisa que devia ter acontecido e não aconteceu, este livro tem a qualidade Martin por todos os lados e consegue colocar alguns livros de parte por todas as sensações que provoca. O facto de ter sabido (pouco) de algumas personagens que me são queridas contribuiu para este livro me ter agradado por um lado, e me ter deixado parva por outro.
Aquilo que me preocupa é quanto tempo demorará para que Winds of Winter chegue e quantas páginas terá… Porque, ou muito me engano, ou vem aí mais um calhamaço…
6*
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Opinião - A Dança dos Dragões
Título original: Dance with Dragons
Autor: George R. R. Martin
Editora: Edições Saída de Emergência
Número de páginas: 576
Sinopse
O Norte jaz devastado e num completo vazio de poder. A Patrulha da Noite, abalada pelas perdas sofridas para lá da Muralha e com uma grande falta de homens, está nas mãos de Jon Snow, que tenta afirmar-se no comando tomando decisões difíceis respeitantes ao autoritário Rei Stannis, aos selvagens e aos próprios homens que comanda. Para lá da Muralha, a viagem de Bran prossegue. Mas outras viagens convergem para a Baía dos Escravos, onde as cidades dos esclavagistas sangram e Daenerys Targaryen descobre que é bastante mais fácil conquistar uma cidade do que substituir de um dia para o outro todo um sistema político e económico. Conseguirá ela enfrentar as intrigas e ódios que se avolumam enquanto os seus dragões crescem para se tornarem nas criaturas temíveis que um dia conquistarão os Sete Reinos?
Opinião
Era talvez o livro mais aguardado do ano ou não fosse ele o volume que os fãs de George R. R. Martin esperam e desesperam à cinco longos anos. A primeira parte rapidamente foi traduzida e publicada para nossa felicidade, tendo valido até um post no blogue do autor.
Apesar de ser uma das "sortudas" que só esperou um ano pois só acabei os livros anteriores desta saga em Janeiro deste ano (ou então uma das "pobres" que não sabia o que andava a perder) estava ansiosa para saber o que acontecerá às restantes personagens que não apareciam em Mar de Ferro, onde constam algumas das minhas preferidas, já que neste volume a história é paralela ao do livro anterior. Sim, fui uma das que desesperou com o livro anterior (opinião aqui) mas acho que posso dizer que já fizemos as "pazes" pois A Dança dos Dragões foi um "voltar a casa" recheado de surpresas.
As voltas e reviravoltas a que Martin já nos habitou tornam este livro um misto de expectativas e meias respostas que nos vai desbravando mais um pouco do caminho recheado de segredos escondidos que tem feito os cérebros dos fãs quase "queimar" de tanta teoria que se tem construído à volta de alguns mistérios da trama. Mas como sempre, não há repostas concretas, apesar de uma surpreendente revelação, pode-se mesmo contar com mais algum enigma e, atenção, ao último capítulo, parece-me que Bran ainda vai dar uma ajuda a resolver o mistério que é Lyanna Stark...mas é claro, também pode ser mera especulação, veremos.
Foi com uma enorme satisfação que li os POV´s de Jon, Danny e Tyrion, apesar deste último estar a levar um rumo que não me agrada muito mas pode ser que a "depressão" lhe passe quando chegar até um certo sítio, pelo menos espero que sim porque vê-lo naquele estado é quase triste mas também acredito que Martin tenha um objectivo com isto. Enfim, já a Danny de quem eu gosto tanto não me quer fazer a vontade e mostrar a fibra de que é feita e às vezes parece que é uma rainha implacável, outra uma adolescente perdida e era mesmo bom que ela crescesse e se mexesse mas parece que as minhas preces não estão a ser ouvidas.O que me surpreendeu realmente foi gostar tanto dos outros POV's. Bran e Davos sempre foram um desafio mas não é que se tornaram muito interessantes? E o que dizer do Cheirete, que está absolutamente magnífico e deu uma oportunidade à uma personagem que me dividia imenso e parece que vai renascer graças a uma segunda oportunidade.
Escusado será dizer que acabei a leitura completamente satisfeita. Dei por mim muitas vezes com aquele sorrisinho na boca quando imaginava um tabuleiro de xadrez e o Martin a mover as peças... Porque esta saga é como um desses jogos de xadrez entre dois génios, as jogadas seguintes já planeadas e a jogada do adversário a surpreender-nos no último momento. Agora esperemos que este "jogo dos tronos" não nos faça esperar mais cinco anos...
Entretanto, a segunda parte vem em Janeiro. Que o caos comece...
7*
Autor: George R. R. Martin
Editora: Edições Saída de Emergência
Número de páginas: 576
Sinopse
O Norte jaz devastado e num completo vazio de poder. A Patrulha da Noite, abalada pelas perdas sofridas para lá da Muralha e com uma grande falta de homens, está nas mãos de Jon Snow, que tenta afirmar-se no comando tomando decisões difíceis respeitantes ao autoritário Rei Stannis, aos selvagens e aos próprios homens que comanda. Para lá da Muralha, a viagem de Bran prossegue. Mas outras viagens convergem para a Baía dos Escravos, onde as cidades dos esclavagistas sangram e Daenerys Targaryen descobre que é bastante mais fácil conquistar uma cidade do que substituir de um dia para o outro todo um sistema político e económico. Conseguirá ela enfrentar as intrigas e ódios que se avolumam enquanto os seus dragões crescem para se tornarem nas criaturas temíveis que um dia conquistarão os Sete Reinos?
Opinião
Era talvez o livro mais aguardado do ano ou não fosse ele o volume que os fãs de George R. R. Martin esperam e desesperam à cinco longos anos. A primeira parte rapidamente foi traduzida e publicada para nossa felicidade, tendo valido até um post no blogue do autor.
Apesar de ser uma das "sortudas" que só esperou um ano pois só acabei os livros anteriores desta saga em Janeiro deste ano (ou então uma das "pobres" que não sabia o que andava a perder) estava ansiosa para saber o que acontecerá às restantes personagens que não apareciam em Mar de Ferro, onde constam algumas das minhas preferidas, já que neste volume a história é paralela ao do livro anterior. Sim, fui uma das que desesperou com o livro anterior (opinião aqui) mas acho que posso dizer que já fizemos as "pazes" pois A Dança dos Dragões foi um "voltar a casa" recheado de surpresas.
As voltas e reviravoltas a que Martin já nos habitou tornam este livro um misto de expectativas e meias respostas que nos vai desbravando mais um pouco do caminho recheado de segredos escondidos que tem feito os cérebros dos fãs quase "queimar" de tanta teoria que se tem construído à volta de alguns mistérios da trama. Mas como sempre, não há repostas concretas, apesar de uma surpreendente revelação, pode-se mesmo contar com mais algum enigma e, atenção, ao último capítulo, parece-me que Bran ainda vai dar uma ajuda a resolver o mistério que é Lyanna Stark...mas é claro, também pode ser mera especulação, veremos.
Foi com uma enorme satisfação que li os POV´s de Jon, Danny e Tyrion, apesar deste último estar a levar um rumo que não me agrada muito mas pode ser que a "depressão" lhe passe quando chegar até um certo sítio, pelo menos espero que sim porque vê-lo naquele estado é quase triste mas também acredito que Martin tenha um objectivo com isto. Enfim, já a Danny de quem eu gosto tanto não me quer fazer a vontade e mostrar a fibra de que é feita e às vezes parece que é uma rainha implacável, outra uma adolescente perdida e era mesmo bom que ela crescesse e se mexesse mas parece que as minhas preces não estão a ser ouvidas.O que me surpreendeu realmente foi gostar tanto dos outros POV's. Bran e Davos sempre foram um desafio mas não é que se tornaram muito interessantes? E o que dizer do Cheirete, que está absolutamente magnífico e deu uma oportunidade à uma personagem que me dividia imenso e parece que vai renascer graças a uma segunda oportunidade.
Escusado será dizer que acabei a leitura completamente satisfeita. Dei por mim muitas vezes com aquele sorrisinho na boca quando imaginava um tabuleiro de xadrez e o Martin a mover as peças... Porque esta saga é como um desses jogos de xadrez entre dois génios, as jogadas seguintes já planeadas e a jogada do adversário a surpreender-nos no último momento. Agora esperemos que este "jogo dos tronos" não nos faça esperar mais cinco anos...
Entretanto, a segunda parte vem em Janeiro. Que o caos comece...
7*
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Vamos lá dançar...
Acabadinha de chegar dos correios com o tão esperado A Dança dos Dragões *.*
Estava capaz de dançar em plenas instalações dos CTT mas consegui esperar até casa... Agora só o largo quando acabar!
É tão grandeeeeeee!!! Eheheheh
Estava capaz de dançar em plenas instalações dos CTT mas consegui esperar até casa... Agora só o largo quando acabar!
É tão grandeeeeeee!!! Eheheheh
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Mar de Ferro
Autor: George R. R. Martin
Editora: Edições Saída de Emergência
Número de páginas: 332
Quando Euron Greyjoy consegue ser escolhido como rei das Ilhas de Ferro não são só as ilhas que tremem. O Olho de Corvo tem o objectivo declarado de conquistar Westeros. E o seu povo parece acreditar nele. Mas será ele capaz?
Em Porto Real, Cersei enreda-se cada vez mais nas teias da corte. Desprovida do apoio da família, e rodeada por um concelho que ela própria considera incapaz, é ainda confrontada com a presença ameaçadora de uma nova corrente militante da Fé. Como se desenvencilhará de um tal enredo?
A guerra está prestes a terminar mas as terras fluviais continuam assoladas por bandos de salteadores. Apesar da morte do Jovem Lobo, Correrio ainda resiste ao poderio dos Lannister, e Jaime parte para conquistar o baluarte dos Tully. O mesmo Jaime que jurara solenemente a Catelyn Stark não voltar a pegar em armas contra os Tully ou os Stark. Mas todos sabem que o Regicida é um homem sem honra. Ou não será bem assim?
Último volume publicado (esperamos ansiosamente que Martin termime Dance with Dragons) é o mais pequeno e, na minha opinião um balde de água fria após a expectativa do anterior Festim dos Corvos. Neste Mar de Ferro as personagens menos sonantes (como Sam, Brienne, os Homens de Ferro ou as oriundas de Dorne) são aquelas que têm mais relevância neste volume. O que tira e, em muito, a essência da história. Se o volume anterior é um impasse este é de por os nervos em franja e bem podemos agradecer à Jaime, Cersei, Arya ou Sansa por aparecerem e dar um ar da sua graça (principalmente a rainha).
Mas não é por isso um volume menos importante. A descoberta da identidade da Senhora de Coração de Pedra como sendo a suposta falecida Catelyn Stark regressada dos mortos traz alguma promessa...mas apenas para a próxima. E também fica em suspense o destino de Cersei. Depois de parecer vencer os seus inimigos, os planos da "leoa" viram-se contra a própria ficando presa sobre as garras de uma força militante da Fé à quem ela deu poder. Sem ter ninguém que a salve, ela espera o regresso de Jaime...
Fica mais um pouco desvendado o mistério da profecia de que Cersei tem tanto medo e daquela que Melisandre diz anunciar que Stannis é o príncipe que fará regressar os dragões. Será? Ou será que a jovem bela que está destinada a terminar o reinado da irmã do Regicida é a Mãe de Dragões? Trará ela de volta os dragões a Westeros de livre vontade ou aprisionada pelos Homens de Ferro?
Fica para a próxima.
Tem claro o brilhantismo de Martin mas faltou algo. Pessoalmente não me importei com alguns acrescentos e desenvolvimentos mas hávia outros dispensáveis. Para além disso, faltou Jon, Danny, Tyrion, Bran e mais qualquer coisa. Ficou a expectativa que será um Dance with Dragons inesquecível!
P.S. Mr. Martin exijo um calhamaço com umas mil páginas e muita acção!
5/7
Editora: Edições Saída de Emergência
Número de páginas: 332
Quando Euron Greyjoy consegue ser escolhido como rei das Ilhas de Ferro não são só as ilhas que tremem. O Olho de Corvo tem o objectivo declarado de conquistar Westeros. E o seu povo parece acreditar nele. Mas será ele capaz?
Em Porto Real, Cersei enreda-se cada vez mais nas teias da corte. Desprovida do apoio da família, e rodeada por um concelho que ela própria considera incapaz, é ainda confrontada com a presença ameaçadora de uma nova corrente militante da Fé. Como se desenvencilhará de um tal enredo?
A guerra está prestes a terminar mas as terras fluviais continuam assoladas por bandos de salteadores. Apesar da morte do Jovem Lobo, Correrio ainda resiste ao poderio dos Lannister, e Jaime parte para conquistar o baluarte dos Tully. O mesmo Jaime que jurara solenemente a Catelyn Stark não voltar a pegar em armas contra os Tully ou os Stark. Mas todos sabem que o Regicida é um homem sem honra. Ou não será bem assim?
Último volume publicado (esperamos ansiosamente que Martin termime Dance with Dragons) é o mais pequeno e, na minha opinião um balde de água fria após a expectativa do anterior Festim dos Corvos. Neste Mar de Ferro as personagens menos sonantes (como Sam, Brienne, os Homens de Ferro ou as oriundas de Dorne) são aquelas que têm mais relevância neste volume. O que tira e, em muito, a essência da história. Se o volume anterior é um impasse este é de por os nervos em franja e bem podemos agradecer à Jaime, Cersei, Arya ou Sansa por aparecerem e dar um ar da sua graça (principalmente a rainha).
Mas não é por isso um volume menos importante. A descoberta da identidade da Senhora de Coração de Pedra como sendo a suposta falecida Catelyn Stark regressada dos mortos traz alguma promessa...mas apenas para a próxima. E também fica em suspense o destino de Cersei. Depois de parecer vencer os seus inimigos, os planos da "leoa" viram-se contra a própria ficando presa sobre as garras de uma força militante da Fé à quem ela deu poder. Sem ter ninguém que a salve, ela espera o regresso de Jaime...
Fica mais um pouco desvendado o mistério da profecia de que Cersei tem tanto medo e daquela que Melisandre diz anunciar que Stannis é o príncipe que fará regressar os dragões. Será? Ou será que a jovem bela que está destinada a terminar o reinado da irmã do Regicida é a Mãe de Dragões? Trará ela de volta os dragões a Westeros de livre vontade ou aprisionada pelos Homens de Ferro?
Fica para a próxima.
Tem claro o brilhantismo de Martin mas faltou algo. Pessoalmente não me importei com alguns acrescentos e desenvolvimentos mas hávia outros dispensáveis. Para além disso, faltou Jon, Danny, Tyrion, Bran e mais qualquer coisa. Ficou a expectativa que será um Dance with Dragons inesquecível!
P.S. Mr. Martin exijo um calhamaço com umas mil páginas e muita acção!
5/7
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
O Festim dos Corvos
Autor:George R. R. Martin
Editora: Edições Saída de Emergência
Número de páginas: 443
Continuando a saga mais ambiciosa e imaginativa desde o Senhor dos Anéis, As Crónicas de Gelo e Fogo prosseguem após o violento triunfo dos traidores.
Enquanto os senhores do Norte lutam incessantemente uns contra os outros e os Homens de Ferro estão prestes a emergir com uma força implacável, a rainha regente Cersei tenta manter intacta a força dos leões em Porto Real.
Os jovens lobos, sedentos por vingança, estão dispersos pela terra, cada um envolvido no perigoso jogo dos tronos. Arya abandonou Westeros rumo a Bravos, Bran desapareceu na vastidão enigmática para além da Muralha, Sansa está nas mãos do ambicioso e maquiavélico Mindinho, Jon Snow foi proclamado comandante da Muralha mas tem que enfrentar a vontade férrea do rei Stannis e, no meio de toda a intriga, começam a surgir histórias do outro lado do mar sobre dragões vivos e fogo...
Neste sétimo volume a emoção está ao rubro. Algumas das personagens principais morreram e tudo está um caos. Eu chamo-lhe "o volume das reviravoltas". Dá-se uma nova adaptação de várias personagens (como a Sansa ou a Arya) e algumas vão crescendo moralmente (Jaime) ou outras vão-se apercebendo que o que está correcto ou que está errado não é assim tão distinguível (Jon Snow) enquanto duas novas realidades vão ganhando importância: os Homens de Ferro e Dorne. Começam a entrever-se alguns passos do passado que tiveram ou viram a ter importância no futuro (Cersei) e as quais não devem ser esquecidas para leitura posterior.
Mais uma vez a magnífica escrita de Martin agarra-nos da primeira à última página, onde se desenrolam os vários momentos da acção. Surpreende por algumas personagens mais escondidas irem ganhando relevância em detrimento das mais "importantes". Apesar de não ter a classe dos volumes anteriores ainda tem os elementos habituais. Parece a antecedência de que algo está para acontecer, um momento de impasse na vida de todas as personagens.
6/7
Editora: Edições Saída de Emergência
Número de páginas: 443
Continuando a saga mais ambiciosa e imaginativa desde o Senhor dos Anéis, As Crónicas de Gelo e Fogo prosseguem após o violento triunfo dos traidores.
Enquanto os senhores do Norte lutam incessantemente uns contra os outros e os Homens de Ferro estão prestes a emergir com uma força implacável, a rainha regente Cersei tenta manter intacta a força dos leões em Porto Real.
Os jovens lobos, sedentos por vingança, estão dispersos pela terra, cada um envolvido no perigoso jogo dos tronos. Arya abandonou Westeros rumo a Bravos, Bran desapareceu na vastidão enigmática para além da Muralha, Sansa está nas mãos do ambicioso e maquiavélico Mindinho, Jon Snow foi proclamado comandante da Muralha mas tem que enfrentar a vontade férrea do rei Stannis e, no meio de toda a intriga, começam a surgir histórias do outro lado do mar sobre dragões vivos e fogo...
Neste sétimo volume a emoção está ao rubro. Algumas das personagens principais morreram e tudo está um caos. Eu chamo-lhe "o volume das reviravoltas". Dá-se uma nova adaptação de várias personagens (como a Sansa ou a Arya) e algumas vão crescendo moralmente (Jaime) ou outras vão-se apercebendo que o que está correcto ou que está errado não é assim tão distinguível (Jon Snow) enquanto duas novas realidades vão ganhando importância: os Homens de Ferro e Dorne. Começam a entrever-se alguns passos do passado que tiveram ou viram a ter importância no futuro (Cersei) e as quais não devem ser esquecidas para leitura posterior.
Mais uma vez a magnífica escrita de Martin agarra-nos da primeira à última página, onde se desenrolam os vários momentos da acção. Surpreende por algumas personagens mais escondidas irem ganhando relevância em detrimento das mais "importantes". Apesar de não ter a classe dos volumes anteriores ainda tem os elementos habituais. Parece a antecedência de que algo está para acontecer, um momento de impasse na vida de todas as personagens.
6/7
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