quarta-feira, 21 de março de 2012

Opinião - O Nome da Rosa

Título Principal: Il nome della Rosa
Autor(a): Umberto Eco
Editora: Biblioteca Sábado
Número de Páginas: 480

Sinopse
 No Inverno de 1327 frei Guilherme de Baskerville, um monge franciscano e antigo inquisidor, juntamente com o seu inseparável pupilo, Adso de Melk, acorre a uma abadia beneditina situada nos Alpes italianos, onde lhe pedem que ajude a esclarecer a estranha morte de um jovem monge miniaturista. Durante a sua estância na abadia, novas mortes de monges ir-se-ão somando à primeira em circunstâncias cada vez mais inquietantes e inexplicáveis para o modo de pensar medieval. Coma sua filosofia racional e científica, frei Guilherme seguirá o rasto dos crimes através das entranhas da abadia até descobrir que o seu adversário é a diabólica encarnação de um mundo que se resiste a desaparecer...

Opinião 
 Quem não viu O Nome da Rosa com Sir Sean Connery e não o classificou como um grande filme? E quem é que não leu o livro e sentiu que para uma questão tão simples, nunca se pensaria que este livro se tornaria um clássico? O nome de Umberto Eco jamais será esquecido por causa deste livro em que questões filosóficas, teológicas e históricas nos dão uma visão de um grupo selecto do século XIII e nos mostra um quadro acerca do pensamento e da vida quotidiana da altura. A premissa é simples: Jesus Cristo riu? Através de um dos maiores mistérios da História, o escritor criou um clássico apetrechado de ensinamentos.
A primeira vez que vi o filme tinha 16 anos e foi numa aula de Filosofia. Posso dizer que se tornou num ponto de referência e um dos meus filmes favoritos. Durante anos pensei em ler o livro e tive oportunidade de o arranjar mas só quando o professor de História das Culturas da Antiguidade Clássica falou nele a semana passada é que percebi que já estava na altura de o ler. Com mais conhecimentos, acho que a leitura deste livro veio na fase certa da minha vida, tendo servido para recordar e aprofundar temáticas preciosas para mim, tive uma visão mais clara deste livro, do que teria tido à 4/5 anos atrás.
A escrita de Eco não é fácil e o facto de não existirem notas de rodapé para as frases em latim dificultou-me um bocado a leitura, o que fez com que o lesse devagar e com que voltasse atrás em várias situações. Apesar de não ser uma escrita corrente, é forte e carismática como o próprio livro, tendo-se adaptado perfeitamente a temática um pouco pesada do livro. Não é um escritor para ler todos os dias mas é daqueles que se deve ler.
Quanto à temática em si, parece uma questão quase ridícula mas era sem dúvida uma das milhentas questões que assaltavam o clero nesta época e a partir dela passámos de uma forma natural a um dos mistérios e das maiores perdas da História: a segunda parte da Poética de Aristóteles referente a um dos géneros preferidos dos gregos da Antiguidade, a comédia. Com duas questões que se entrelaçam na perfeição, o escritor cria um mistério que assalta as problemáticas religiosas deste século e aborda-as em várias frentes, conseguindo demonstrar uma série de características e detalhes de uma vida dedicada ao culto, ao pensamento e à luta pela superioridade católica.
Todo o mistério é construído de uma forma perspicaz e estudada levantando uma série de pormenores que, no todo, nos dá uma imagem geral e que mesmo para quem viu o filme primeiro consegue ser surpreendente. Pena as partes em latim não traduzidas porque tenho a certeza, escapou-me muita coisa por causa delas e não consegui apreciar muito os diálogos à conta desse problema.
Por falar em diálogos, eles são ricos em todos os aspectos tal como as personagens que os assumem. A subtileza e engenho em redor de ambos os aspectos dão-nos momentos de intensa actividade cerebral, preciosos em pormenores. As próprias descrições ou écfrases que nos são apresentadas, são detalhadas ao extremo, conseguindo com que visualizemos a imagem na nossa mente como se a tivéssemos à nossa frente.
Não foi realmente uma leitura fácil. Foi desgastante mas posso dizer-me satisfeita e surpreendida, senão mesmo maravilhada. Tão cedo não regressarei a Umberto Eco mas já não tenho “medo” de pegar num livro seu. Um livro ainda mais brilhante do que o filme ao qual deu a vida.  

6*

Picture Puzzle #5


Regras:

  • Escolher um livro;
  • Arranjar imagens representativas das palavras dos títulos (uma imagem por palavra, ignorando os "e, o(s), a(s), de, etc.);
  • Fazer o post e convidar o pessoal a tentar adivinhar o livro;
  • Se estiver a ser difícil podem ser fornecidas pistas mas está ao critério do administrador do blogue;
  • As imagens não têm de literalmente representar o título


Puzzle #1

Pistas
- título em português; YA; vestidos 




Puzzle #2

Pistas
- título em português







    

terça-feira, 20 de março de 2012

Opinião - Surrender to the Devil

Título Original: Surrender to the Devil (#3 Scoundrels of St. James)
Autor: Lorraine Heath
Editora: HarperCollins
Nº de Páginas: 384

Sinopse
 A Devilish Duke on a Quest for Pleasure...

Frannie Darling was once a child of London's roughest streets, surrounded by petty thieves, pickpockets, and worse. But though she survived this harsh upbringing to become a woman of incomparable beauty, Frannie wants nothing to do with the men who lust for her, the rogues who frequent the gaming hall where she works. She can take care of herself and feels perfectly safe on her own—safe, that is, until he strides into her world, and once again it becomes a very dangerous place indeed.

To bed her but not wed her. That's what Sterling Mabry, the eighth Duke of Greystone, wants. But Frannie abhors arrogant aristocrats interested only in their own pleasure. So why then does the thought of an illicit tryst with the devilish duke leave her trembling with desire? Her willing body begs for release...and a wicked, wonderful surrender.


Opinião 
 Os romances históricos são um dos géneros que mais vendem e que mais leitoras têm assegurado ao mundo editorial. Uma receita simples que rende e conquista qualquer romântica ou mulher que precise de “espairecer” as leituras ou esquecer o cansaço do dia. Leituras femininas por excelências, estes romances históricos têm dezenas de autoras, umas rainhas, outras principiantes, umas mais originais, outras nem por isso, que através de sonhos e fantasias criam histórias que fazem suspirar e acabar com um sorriso na cara.
Lorraine Heath ainda não foi traduzida no nosso país mas é uma dessas senhoras que têm vendido sonhos em forma de bestsellers, fazendo parte de várias listas de autores lá fora. Através desta série explora uma Londres que é ponto de excelência neste tipo de livro e, para além da alta sociedade, dá-nos uma visão daqueles que nem sempre estiveram no topo mas que conseguiram lá chegar.
Foi por puro acaso que esta autora me veio parar às mãos e ainda não consegui parar de agradecer esta descoberta. Com os ingredientes habituais para nos fazer “brilhar os olhinhos”, poderia se dizer que Heath já tinha sucesso garantido sem se esforçar muito mas, com umas quantas manobras, Heath consegue diferenciar-se de algumas escritoras deste género que conheço e consegue criar não só uma história de fazer bater o coração como nos dá mais umas pepitas deliciosas que adoçam ainda mais o enredo.
Para além do típico par romântico, da sua descoberta, relação e expoente máximo, temos uma aventura pelo submundo londrino que é, ao mesmo tempo, uma pequena lição acerca de alguns daqueles que faziam parte desse mesmo submundo, criando um enredo mais denso que se passa em cenários um pouco diferentes dos salões de baile. Entrelaçando ambos os momentos com histórias secundárias, a escritora concede-nos detalhes deliciosos como a entrada de Charles Dickens num dos momentos que, apesar de curta, acho que foi um momento alto do livro, e outros pormenores mais históricos.
Quanto à relação amorosa, gostei da forma como Heath a retratou. Sem muitas pressas, tirando quando eles se conhecem, foi uma relação até bem assente na terra e que teve oportunidades de dinâmica entre o casal, o conhecimento que eles começam a ter um do outro, momentos divertidos e românticos que proporcionaram uma leitura bem mais activa da típica fórmula destes livros.
Para melhorar o cenário, temos personagens bem reais, com acções e pensamentos que conseguimos compreender, com problemas e medos que nos assolam a todos. Numa miríade de personalidades, conhecemos os restantes protagonistas da saga e conseguimos entender as suas ligações. Com primazia para sentimentos como fraternidade, amizade, lealdade, honra e orgulho, aos poucos vamos deslindando as relações entre eles e sentimo-nos mais próximos destas personagens que tiveram a sorte e a ambição para mudar o rumo à sua vida.
A dar um toque especial, a forma como a escritora escreve agarra-nos e consegue transmitir-nos, de um forma hábil e segura, as emoções e a intensidade de cada parágrafo. Simples, sem grandes subterfúgios e com uma linguagem que todos possamos discernir, esta é uma escrita que agrada a todos.
Espero, muito sinceramente, que um dia esta senhora seja traduzida para que aquelas que gostam deste tipo de leitura a possam apreciar tanto como eu apreciei. Para quem a língua não é um obstáculo, experimentem porque isso ainda não custa nada.

5*

Teaser Tuesday (21)

Regras:

  • Pegar no livro que estamos a ler
  • Abrir numa página à sorte
  • Partilhar duas frases dessa página. Não incluir spoilers!
  • Partilhar o título e o autor do livro

 "Entre duas altas folhas de erva na clareira uma aranha tecera uma teia, um círculo delicadamente suspenso. Os fios de prata."
p. 15, O Outro Lado do Mundo, Ursula Le Guin

Rubrica original do blog Should Be Reading

segunda-feira, 19 de março de 2012

Opinião - Hex Hall

Título Original: Hex Hall (#1 Hex Hall)
Autor: Rachel Hawkins
Editora: Gailivro
Nº de Páginas: 240

Sinopse
 Virei-me para sair, mas a porta fechou-se a poucos centímetros da minha cara. De repente, um vento pareceu soprar através da sala e as fotografias nas paredes chocalharam. Quando me virei de novo para as raparigas, estavam as três a sorrir, os cabelos a ondularem-lhes a volta dos rostos como se estivessem debaixo de água. O único candeeiro da sala tremeluziu, e apagou-se. Eu apenas conseguia distinguir faixas prateadas de luz que passavam sob a pele das raparigas, como mercúrio. Até os seus olhos brilhavam.Começaram a levitar, as pontas dos sapatos regulamentares de Hecate mal tocando a carpete musgosa. Agora, já não eram rainhas do baile de finalistas, nem supermodelos – eram bruxas, e até pareciam perigosas. Apesar de me debater contra a vontade de cair de joelhos e colocar as mãos acima da cabeça, pensei, “Eu também seria capaz de fazer aquilo?

Opinião 
 
Nos últimos anos a literatura tem sido invadida por um género específico de livro, para um grupo alargado de leitores que ora adoram este tipo de livro, ora não o suportam. O estilo YA paranormal, recheado de adolescentes problemático(a)s que se apaixonam  por criaturas fantásticas, tem assolado as prateleiras das livrarias, com enredos pouco originais, em que por uma vez ou outra, surge algo “semi-novo” que provoca uma nova moda.
Hex Hall tem uma temática igual a tantas outras, com os mesmos ingredientes, os mesmos problemas e tenta ganhar um lugar ao sol neste género mediático. Não criou uma nova moda mas tem divertido aqueles que gostam de juntar todos estes seres imaginários num só espaço.
Eu não sou grande fã deste tipo de livros, o que não quer dizer que não seja surpreendida de vez em quando. Hex Hall de uma certa maneira conseguiu ser uma surpresa. Depois de uma fã ter insistido para eu ler este livro, já que fui eu que lho dei, percebi que o livro tinha tido o objectivo que eu pretendia, que era o de uma pessoa que mal lê, se divertir a ler um livro e até, ficar viciada. Mas, tal como eu tinha imaginado, não é o livro certo para mim.
Sim, surpreendeu-me mas só em alguns aspectos porque de resto é exactamente o tipo de livro que eu evito. Tem  a mesma receita de outros quinhentos livros com sinopses parecidas, parece uma cópia barata de Hogwarts, tem adolescentes histéricas e com problemas psicológicos e um amor proibido mais os tipos maus. Então no que foi que isto me surpreendeu?
Sophie Mercer. Hawkins conseguiu o que muitas escritoras deste género não conseguiram. Criar uma protagonista irónica, diferente, sincera e que não tem vergonha do que vão pensar nela. Basicamente, uma adolescente saudável que é bruxa. Quem fala da protagonista, fala do protagonista. O rapaz diferente, com um humorzinho daqueles que afinal não é nada o que parece. Pena a história de amor cliché porque estes dois mereciam muito mais do que isto.
Restantes personagens são tão típicas que não tiveram gracinha nenhuma. A directora fez-me lembrar a da escola das Winx, o que significa aborrecida até dizer chega (se não viram, não vejam). O resto é banal e foram tiradas daqui e dali. Nada de novo.
Depois temos a tal cópia de Hogwarts que tem um ponto positivo: é diferente. Todas as espécies de seres fantásticos juntos num reformatório por mau comportamento. Tem a sua piada, pena é não ter sentido nenhum nem estar bem explicado. Continuo sem perceber como é que eles aprendiam alguma coisa se não fossem para lá.
A outra parte que teve piada foi a descoberta da Sophie através de uma ancestral sobre o que realmente é. Isto sim foi original mas, mais uma vez, mal explicado. Acho que um bocadinho mais de profundidade não tinha feito mal, o livro até tinha ficado a ganhar e Hawkins podia sair do degrau “de todas as outras” e subir até ao topo mas fica comprovado que fazer livros para vender aos fãs dos outros é mais fácil.
Para mim, é uma pena, a escritora tem uma escrita divertida e sarcástica que nos faz rir e consegue dar-nos uma leitura fácil e agradável mas podia ser tão melhor que não consigo evitar pensar que ela tinha potencial para muito mais.
Se vou ler o seguinte? Vou, até porque a dona já mo emprestou e quero saber o que acontece a Sophie. Se os tinha comprado para mim? Ainda bem que não o fiz. Como até são emprestados, leio, divirto-me e não penso mais nisso.

4*

sábado, 17 de março de 2012

Opinião - Tristão e Isolda

Título Original: Le Roman de Tristan et Iseut
Autor: Joseph Bédier
Editora: Bibliok
Nº de Páginas: 194

Sinopse
 A missão do cavaleiro Tristão é muito simples: tem de viajar até à Bretanha e levar consigo Isolda a Loira, uma bela princesa que deverá casar com o Rei Marco da Cornualha. Mas um desafortunado incidente faz com que Tristão e Isolda bebam uma poção do amor e fiquem irremediavelmente apaixonados. Juntos, deverão enfrentar a ira do Rei Marco, fugirão pelas terras da Cornualha e demonstrarão a todo o mundo a força do seu amor.

Joseph Bédier, um dos romancistas mais importantes do século XX, popularizou a história de amor entre Tristão e Isolda ao escrever esta novela, que reunia todos os detalhes da lenda numa só obra.


Opinião 
 Há histórias intemporais de amor que duram vidas e são transmitidas de geração em geração como exemplo do amor cavaleiresco. Remontando ao tempo de Artur, Camelot e Merlin, este amor proibido advém de várias versões da lenda que foi popularizada por vários autores, principalmente entre os séculos XIX e XX.
Joseph Bédier recontou algumas das lendas do imaginário arturiano e esta foi uma delas, imortalizando mais uma vez, uma história de amor, que no fim, venceu tudo e todos e inspirou românticos em todas as épocas e lugares.
Shakespeare contou-nos aquela que seria a mais bela história de amor de todo o sempre mas essa foi inspirada numa lenda muito mais antiga, a de Tristão e Isolda. Posso dizer-vos que não é uma lenda que eu conheça bem. Vi o filme adaptado mais recentemente e gostei muito, o que levou ao aumento do meu interesse por esta temática que tenho vindo a explorar mais fortemente nos últimos tempos.
Graças a uma daquelas colecções de revistas tive acesso a esta versão da lenda, datada do século XX e que me permitiu conhecer mais aprofundadamente esta história e que, ao mesmo tempo, lhe retirou algum do seu encanto. Isto acontece porque eu tinha uma certa imagem deste amor trágico, possivelmente errada admito, e esta imagem não se manteve nesta obra e senti até que muito do encanto e do ideal deste amor acabou por ficar estropiado ao longo das páginas. Mas já lá vamos.
Antes de mais, o que se nota neste livro é o palavreado caro dos escritores do século XX a imitar os medievais. Os diálogos têm uma qualidade fantástica, subjectivos e profundos que me levam a viajar no tempo mas quanto à restante escrita, definitivamente, não gostei. Sabem quando estamos a ver um filme com os comentários dos realizadores em fundo? É essa sensação que o livro dá e não é lá muito agradável. No fundo, o escritor está a dar a sua opinião/posição em relação à história e não tanto a contá-la, para além de parecer uma imitação do estilo shakespereano e daí se calhar a qualidade dos diálogos e falta dela no restante. Não é um estilo de escrita que me agrade e que me aborreceu ao longo da leitura.
Quanto à versão de Bédier, parece que o senhor ou não acredita neste tipo de amor ou decidiu mesmo retirar-lhe a magia que costuma estar ligada a este tipo de enredo. Segundo a visão do escritor, eles nunca se amaram realmente e eles próprios têm noção de que o amor deles não é real. O que, no meu ver, torna então ridículo as situações inerentes aos apaixonados que eles também vivem porque se não se amam mesmo, então para quê aquilo tudo? Não sei se esta é a versão oficial mas se é então acho que não fiquei fã.
De resto, tem todos os componentes típicos de uma lenda arturiana moderna ou adaptada ao mundo cavaleiresco, desde demandas a dragões, desafios e provas, o que lhe acabou por dar mais encanto que a história de amor em si.
Acabou por ser uma leitura que me passou um bocado ao lado e que não devo repetir.

3*

quinta-feira, 15 de março de 2012

I love Alice







Uma homenagem a um dos livros mais fantásticos de sempre, a recordar uma das cenas mais emblemáticas.

Let´s go to Wonderland =)

quarta-feira, 14 de março de 2012

Prémio Dardos


A Kel do A Rapariga dos Livros enviou-me este selinho.Muito obrigada Kel!=D

Ele significa o seguinte:

"O Prémio Dardos reconhece os valores que cada blogueiro mostra em cada dia no seu empenho por transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais....que, em suma, demonstram a sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre as suas letras, entre as suas palavras."


A aceitação deste reconhecimento implica três regras:
1 - Se aceitar, exibir a imagem.
2 - Linkar o blog do qual recebeu o prémio.
3 - Escolher 15 blogs para entregar o Prémio Dardos.




Aqui ficam os 15 blogues escolhidos:
Cantos Quebrados
Glamour in a Bottle
Ler é Viver
Bookeater/Booklover
Cuidado com o Dálmata
Os Livros não têm Segredos
As Histórias de Elphaba
Páginas Encadernadas
Silk and Magic
Pedacinho Literário
A Magia dos Livros
Tantos Livros Tão Pouco Tempo
A Rapariga dos Livros
Liliana Lavado
Boas Leituras