quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Picture Puzzle #41


Regras:
  • Escolher um livro;
  • Arranjar imagens representativas das palavras dos títulos (uma imagem por palavra, ignorando os "e, o(s), a(s), de, etc.);
  • Fazer o post e convidar o pessoal a tentar adivinhar o livro;
  • Se estiver a ser difícil podem ser fornecidas pistas mas está ao critério do administrador do blogue;
  • As imagens não têm de literalmente representar o título
Podem consultar a rubrica nos seguintes blogues: Bookeater/Booklover

 
Pista para ambos: É a mesma autora!

Puzzle #1

Pistas: traduzido para português; 


Puzzle #2
 Pistas: traduzido para português;




terça-feira, 10 de setembro de 2013

Opinião - As Serviçais

Título Original: The Help
Autor: Kathryn Stockett
Editora: Saída de Emergência
Número de Páginas: 464


Sinopse
Skeeter tem vinte e dois anos e acabou de regressar da universidade a Jackson, Mississippi. Mas estamos em 1962, e a sua mãe só irá descansar quando a filha tiver uma aliança no dedo.
Aibileen é uma criada negra, uma mulher sábia que viu crescer dezassete crianças. Quando o seu próprio filho morre num acidente, algo se quebra dentro dela. Minny, a melhor amiga de Aibileen, é provavelmente a mulher com a língua mais afiada do Mississippi. Cozinha divinamente, mas tem sérias dificuldades em manter o emprego… até ao momento em que encontra uma senhora nova na cidade.
Estas três personagens extraordinárias irão cruzar-se e iniciar um projecto que mudará a sua cidade e as vidas de todas as mulheres, criadas e senhoras, que habitam Jackson. São as suas vozes que nos contam esta história inesquecível cheia de humor, esperança e tristeza.
Uma história que conquistou a América e está a conquistar o mundo.


Opinião

  Kathryn nasceu e foi criada em Jackson, Mississípi num mundo onde os negros faziam parte do dia-a-dia de uma família. Demetrie foi a negra que a criou e aos seus dois irmãos, já estava na família desde a adolescência do pai de Kathryn e viria a morrer quando esta fez dezasseis anos. O seu primeiro romance, a obra que abanou os EUA e o mundo e que já é considerado um dos maiores sucessos literários dos últimos anos, As Serviçais, foi a forma que a autora arranjou de homenagear uma mulher que nunca esqueceu e é a resposta àquilo que nunca foi suficientemente crescida para lhe perguntar: Como era ser uma negra no Mississípi e trabalhar para uma família branca?

  Graduada em Inglês e Escrita Criativa pela Universidade de Alabama, Kathryn mudou-se para Nova Iorque onde trabalhou nove anos na publicação de revistas. Regressou ao Sul com o marido e a filha e está neste momento a escrever o seu segundo romance. As Serviçais foi publicado em 2009, foi traduzido para mais de 40 países e venceu seis prémios literários. Em 2011 chegou às salas de cinema onde também foi um sucesso tendo Olivia Spencer, a Minny Jackson, ganho o Óscar para Melhor Actríz Secundária. 

  Desde que foi publicado que tenho tido este livro debaixo de olho e agora que finalmente o li tenho uma imensidão de emoções e sei que poucas palavras puderam fazer jus ao poder, à importância, ao que este livro realmente é. Esta história é dura, cruel, arranha-nos a alma e a consciência, transporta-nos para um mundo inconcebível, para uma realidade angustiante que nos enfurece e transcende mas também é uma história de coragem e esperança, de uma beleza ímpar, uma história que nos comove e nos orgulha. Kathryn escreve há um ritmo lento, delicado e furioso que me recorda o belo sotaque sulista de que tanto gosto de tal forma que quando leio uma palavra parece que a consigo ouvir na minha cabeça. É impressionante como de forma subtil, através de suposições e imagens que nunca nos descreve, a autora nos consegue descrever situações onde nunca vemos a violência mas a sentimos bem no fundo do coração. É impressionante como através de um tom baixo e humilde conseguimos sentir a fúria e a revolta. É impressionante como em momentos de indiferença e desprezo podemos sentir o amor, a tempestade de emoções que se escondem por trás das palavras.

  Há uma frase que me marcou, uma frase que demonstra a verdade deste livro. Aibilee, uma das personagens negras diz que as senhoras brancas são capazes de mais crueldade que os homens brancos, que as suas teias se estendem mais do que a violência dos homens e é verdade, a mais pura das verdades. Esta história não precisa de violência explícita nem de momentos de crueldade expressa pois é nas atitudes, nos sorrisos falsos, por trás da boa educação e das roupas finas que se esconde a dureza, o terror das criadas negras. Num enredo que se desenrola como um dia quente assistimos à dedicação daquelas que ainda não estão demasiado magoadas, à revolta das que já estão fartas. Vemo-las educar e amar as crianças brancas para depois as perderem para o preconceito, vemo-las ajudar, limpar, confeccionar sem receberem uma verdadeira palavra de apreço, vemo-las serem parte de uma família sem serem realmente vistas. E isto doí, quebra-nos, envergonha-nos, enche-nos de náuseas e lágrimas pela injustiça que um ser humano pode receber por causa da cor da pele.

  E depois temos o outro lado, o das senhoras brancas que não vivem sem as suas criadas e amas mas que não as veem, que as ignoram, que as repelem, que as adoram mas que não percebem o que as separa ou que procuram algo melhor para elas. Através de quatro personagens femininas vemos um pouco de cada um destes lados, aprendemos como a sociedade via estes supostos inferiores, como lidava com as suas exigências, como vivia com os seus preconceitos e o que acabámos por perceber é que existe uma estagnação, um hábito, uma pouca vontade de mudar e um medo enorme das alterações. Cada uma destas mulheres provoca-nos algo. Desde raiva à revolta, desprezo ou pena, orgulho e carinho, cada uma delas suscita-nos algo, tem a sua história, a sua forma de lidar com o seu pequeno mundo, ensinando-nos também algo mesmo que não o percebamos à primeira.
Mas há algo que este livro também descreve na perfeição, a alma humana, o ser do ser humano, aquela dualidade que temos e que às vezes esquecemos. Uma boa rapariga pode ser má mãe, uma pessoa cruel pode amor com intensidade, alguém de valores elevados pode ser frágil, uma beleza intemporal pode ser insegura, um furacão também pode ter medo. Ninguém, independentemente da cor da pele, é só isto ou aquilo e, ao longo desta narrativa, é algo que percebemos demasiado bem, que compreendemos como nunca havemos de confessar.

  Num enredo que começa lento mas que sem nos apercebermos nos vai apanhando num rodopio, acabámos por aprender algo muito importante: que os sentimentos, os acontecimentos são intemporais, que passe o tempo que passar, sentiremos sempre como nosso as dores, as lágrimas e o sangue dos inocentes que viveram sobre o jugo dos preconceitos, da lassidão, da indiferença.

  As Serviçais é um livro que jamais esquecerei, que li de uma assentada, que me marcou como só um grande livro o faz. É uma história que nos deixa sem palavras, que nos pesa na consciência, que nos ilumina o coração.

7*

sábado, 7 de setembro de 2013

Opinião - For Darkness Shows the Stars

Título Original: For Darkness Shows the Stars (#1 For Darkness Shows the Stars)
Autor: Diana Peterfreund
Editora: Balzer + Bray
Número de Páginas:  293


Sinopse
 It's been several generations since a genetic experiment gone wrong caused the Reduction, decimating humanity and giving rise to a Luddite nobility who outlawed most technology.

Elliot North has always known her place in this world. Four years ago Elliot refused to run away with her childhood sweetheart, the servant Kai, choosing duty to her family's estate over love. Since then the world has changed: a new class of Post-Reductionists is jumpstarting the wheel of progress, and Elliot's estate is foundering, forcing her to rent land to the mysterious Cloud Fleet, a group of shipbuilders that includes renowned explorer Captain Malakai Wentforth--an almost unrecognizable Kai. And while Elliot wonders if this could be their second chance, Kai seems determined to show Elliot exactly what she gave up when she let him go.

But Elliot soon discovers her old friend carries a secret--one that could change their society . . . or bring it to its knees. And again, she's faced with a choice: cling to what she's been raised to believe, or cast her lot with the only boy she's ever loved, even if she's lost him forever.

Inspired by Jane Austen's Persuasion, For Darkness Shows the Stars is a breathtaking romance about opening your mind to the future and your heart to the one person you know can break it.


Opinião

  Graduou-se em Geologia e Literatura e a família dizia que ela ia acabar a escrever livros sobre rochas mas Diana nunca foi uma rapariga comum e antes de começar a escrever (não sobre rochas) foi estilista, capa de revista, crítica de comida, entre outras coisas e, depois sim, em 2006 dedicou-se à Literatura e deixou a Geologia de parte. Vive em Whashington D.C. com o marido, a filha e o cão e nos tempos livres lê e cuida dos vegetais que crescem no seu jardim.

  A autora nascida na Flórida, é mais conhecida pelo seu livro Manhãs Gloriosas baseado no filme com o mesmo nome e protagonizado por Rachel McAdams, mas antes já havia escrito a sua primeira série Secret Society Girl e já havia enveredado pelo YA fantástico com Rampant. O ano passado voltou ao YA mas desta vez distópico com For Darkness Shows the Stars um retelling de Persuasão de Jane Austen cuja continuação será publicada este ano, Across a Star-Swept Sea. Ainda não foi traduzido em qualquer língua. Participou também em várias antologias como The Girl Who Was on Fire e Shadowhunters and Downworlders.

  Recontar um clássico é uma grande responsabilidade pois o objectivo não é copiar passo a passo a história em que se inspira. É sim, manter a essência e a estrutura e dar-lhe uma nova voz, é manter similaridades e ser original, é ser capaz de comover na mesma medida, é contar-se uma história que homenageia aquela que a criou e For Darkness Shows the Stars é um daqueles casos raros em que a nova história está mais do à altura daquela que reconta. Através de uma escrita comovente, Diana Peterfreund dá-nos palavras que transbordam emoções, que fluem sem grandes arabescos, que nos arrebatam pela profunda simplicidade e delicadeza que as caracterizam e que tornam este reconto de Persuasão uma homenagem digna desta bela obra de Jane Austen.

  Mantendo a estrutura original do clássico, For Darkness Shows the Stars combina-a com um mundo distópico onde a teologia combate a genética, onde a religião e os medos da evolução controlam uma sociedade que ambicionou fazer o papel de Deus mas que acabou por reduzir gerações de seres humanos a cascas vazias, simples mão-de-obra para aqueles que não se deixaram tentaram pela ciência. Com um enredo simples mas criativo, esta história é marcada por uma onda de esperança e mudança, demonstrando que para existir equilíbrio é preciso aceitar o lado temente e crédulo do ser humano bem como o curioso e insatisfeito. Exalando sensibilidade, a narrativa fala-nos de sacrifícios pessoais pelo bem comum, de obsessão e crueldade, de sonhos de liberdade e evolução, de excessos feitos pelo que acreditámos, demonstrando que tanto ciência como religião têm os seus pontos positivos e negativos.

  Ao longo da leitura é fácil deixarmo-nos enredar pelo conceito deste livro assim como é fácil deliciarmo-nos com os momentos que gritam Persuasão, tão fácil que nem vimos as surpresas que nos esperam no decorrer da acção. Isto porque a história nos cativa desde o início. Se por um lado, temos a tradição, a agricultura, a casa senhorial, pelo outro, temos os exploradores, as invenções, temos os contrastes de dois mundos que tendem a colidir mas que ao longo do livro acabam por se encaixar e por aceitar os benefícios de cada lado. Elliot e Kai, os protagonistas, simbolizam, cada um deles, um mundo e a sua relação vai sofrendo, do passado até agora, mossas devido às diferenças que um e outro não conseguem aceitar pois apesar de terem visões parecidas a forma como foram criados, as suas ligações e o que acreditam acabam por diferir um do outro.

  Representantes maravilhosos de Anne e Wentworth, eles conquistam-nos pelas mesmas características que nos fazem adorar o casal de Persuasão, ela pelo seu comportamento adulto e racional mas que não deixa de sonhar e amar, ele por uma certa distância e frieza que se vai quebrando conforme vai percebendo os erros que cometeu. Rodeados por personagens maravilhosas, eles dão uma nova alma a um clássico intemporal e dão vida a um mundo muito especial de tal simplicidade e profundidade que é difícil não nos maravilharmos.

  For Darkness Shows the Stars é um retelling perfeito é certo mas também é uma história original e fantástica que em poucas páginas nos arrebata.

6*

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Opinião - A Vidente de Sevenwaters

Título Original: The Seer of Sevenwaters (#5 Sevenwaters)
Autor: Juliet Marillier
Editora: Planeta Manuscrito
Número de Páginas: 413


Sinopse
 Sibeal sempre soube que estava destinada a uma vida espiritual e entregou-se de corpo e alma à sua vocação. Antes de cumprir os últimos votos para se tornar uma druidesa, Ciarán, o seu mestre, envia-a numa viagem de recreio à ilha de Inis Eala, para passar o Verão com as irmãs, Muirrin e Clodagh.
Sibeal ainda mal chegou a Inis Eala, quando uma insólita tempestade rebenta no mar, afundando um barco nórdico mesmo diante dos seus olhos. Apesar dos esforços, apenas dois sobreviventes são recolhidos da água. O dom da Visão conduz Sibeal ao terceiro náufrago, um homem a quem dá o nome de Ardal e cuja vida se sustém por um fio. Enquanto Ardal trava a sua dura batalha com a morte, um laço capaz de desafiar todas as convenções forma-se entre Sibeal e o jovem desconhecido.
A comunidade da ilha suspeita que algo de errado se passa com os três náufragos. A bela Svala é muda e perturbada. O vigoroso guerreiro Knut parece ter vergonha da sua enlutada mulher.
E Ardal tem um segredo de que não consegue lembrar-se - ou prefere não contar. Quando a incrível verdade vem à superfície, Sibeal vê-se envolvida numa perigosa demanda.
O desafio será uma viagem às profundezas do saber druídico, mas, também, aos abismos insondáveis do crescimento e da paixão. No fim, Sibeal terá de escolher - e essa escolha mudará a sua vida para sempre.


Opinião

  A autora de Fantasia mais aclamada do mundo conquistou-nos com A Filha da Floresta, o seu primeiro livro e o início de uma das trilogias de Fantasia mais amadas dos últimos tempos. Sevenwaters foi o primeiro mundo que criou e, até hoje, segundo os fãs, não mais houve algum que lhe igualasse. Tal foi a paixão que a trilogia causou aos leitores que a autora se viu obrigada a regressar à floresta encantada que a todos deixou saudades e assim nasceram aqueles que esperámos, sejam o adeus final e sentido a um dos melhores mundos alguma vez criados. 

  A Vidente de Sevenwaters é o segundo volume desta segunda trilogia, foi publicado em 2010, traduzido para português e holandês, estando também publicado na Austrália e EUA. Foi nomeado para melhor livro de Fantasia no Goodreads em 2010 e venceu o Tin Duck Award for Best Professional Long Written Work. O seu sucessor já se encontra traduzido em terras lusas.

  Regressar a Sevenwaters após tanto tempo de a ter descoberto tem sido uma aventura maravilhosa, que tanto mata as saudades como as aumenta, que tanto nos deixa satisfeitos como um bocadinho frustrados. Quinto livro da saga e segundo fora da trilogia original que conquistou leitores por todo o mundo, A Vidente de Sevenwaters tem um lado mais doce, mais ingénuo do que estamos habituados e menos intensidade e poder do que as histórias anteriores mas mantêm a magia da escrita de Marillier que mais uma vez nos conta uma história de encantar sobre lendas, amores e batalhas, com a sua voz única, uma voz que transborda das palavras e nos enreda como poucas hoje o sabem fazer, demonstrando mais uma vez que continua a possuir o dom dos bardos dos contos.

  Este livro é o que chamo um caso bicudo, porque é um bom livro de fantasia mas não corresponde às expectativas de um livro de Marillier, ou seja, é bom dentro do género mas de todos os livros que já li dela é sem dúvida o mais fraco. A razão dever-se-á muito provavelmente ao facto de esta ser uma história saudosa, cheia de recordações como se a própria autora nos quisesse dizer que sabe que história alguma poderá arrebatar-nos como as primeiras, como se fosse impelida a recordar connosco os irmãos cisnes, o Homem Pintado, histórias que nos apaixonaram e que remetem para segundo plano a história da Vidente Sibeal. Ao longo da narrativa revivemos histórias e revemos personagens da trilogia original, o que nos deixa ainda com mais saudades da floresta mágica de Sevenwaters, uma saudade que nos relembra o encanto e nos faz perceber o quão aquém esta história fica de todas as outras.

  Contada a duas vozes, uma coisa inédita num livro de Marillier, A Vidente de Sevenwaters tem uma alma própria mas acaba por ser uma alma um tanto inocente, um tanto apagada em relação a todas as outras. A história de amor de Sibeal e Felix, tão doce e inocente não acarreta a paixão e intensidade de outras e acaba por ser consumida pelos acontecimentos que se impõem e se mostram muito mais interessantes. Contudo, neste caso, acabámos por conhecer melhor ambos os protagonistas, já que temos a oportunidade de ler os pensamentos de Sibeal bem como os de Felix, o que nos permite abranger muito mais da história e das suas personalidades, ainda que, o amor entre o casal tenha sido um tanto descurado, deixando a impressão que algo não encaixou na perfeição.

  O enredo é bem construído como já é habitual e o naufrágio e a história de Svala acabam por ser os temas de maior destaque. Enquanto vamos revelando as ligações entre os dois, a nossa curiosidade é aguçada ao limite e é com um enorme maravilhamento que vemos ser desvendado o mistério das origens da misteriosa Svala, o ponto alto da história, ainda que eu já o adivinhasse mas a forma como é desenvolvido acaba por superar o facto de o factor surpresa já estar um tanto estragado. Já o desfecho em si acaba por ser muito rápido e abrupto e falo por mim, a minha atenção estava mais focada em Ciarán, uma das minhas personagens preferidas, do que no casalinho. O problema acaba por ser, a meu ver, uma grande atenção a antigas personagens que não deixaram Sibeal e Felix tomar a dianteira. 

  Sibeal é uma personagem que nos adoça mas não uma protagonista de peso pois foi muito apagada pelos acontecimentos e pelas outras personagens bem como Felix, o que é uma pena pois ambos são bastante ternurentos e gostava de ter visto mais desenvolvimento na relação dos dois. Rever as pessoas de Inis Eala, os antigos companheiros de Bran, deixou uma vontade imensa de reler O Filho das Sombras, o meu livro preferido da trilogia, e cada vez gosto mais de Johnny, um rapaz bem à altura da mãe e do pai. Rever Finbar e Ciarán foi outro grande momento para mim mas de facto a personagem deste livro é Svala, alguém selvagem e misteriosa que comprova que uma personagem não precisa de falar para nos marcar.

  Mais um livro maravilhoso de Juliet Marillier, ainda que não tão inesquecível quanto os restantes, A Vidente de Sevenwaters apresenta algumas falhas e talvez um certo cansaço deste mundo mas não deixa de nos entreter e de comprovar o talento da sua autora.

5*
 
As minhas opiniões da série

Alfabeto Literário *TAG*





  Uma pessoa regressa das férias e tem logo uma TAG super gira para responder *.* Muito obrigada à Jojo de ...Os devaneios da Jojo... por me ter escolhido! (Se mais algum blogue atribuiu esta TAG aqui ao cantinho por favor avisem!)
  Ora o objectivo é encontrar na estante cinco livros que comecem pelas letras que a pessoa que nos indicou escolheu (Os artigos o;a;os;as não contam) e a Jojo escolheu para mim as letras...


G C A R M


E os escolhidos são:

(O) Grande Amor da Minha Vida, Paullina Simons
  Um dos meus livros preferidos do ano passado e uma história de amor inesquecível bem como a história de um povo e de uma Guerra que marcou o Mundo até hoje

(O) Circo dos Sonhos, Erin Morgenstern
 Uma história de fantasia belíssima que apela aos corações mais sonhadores e que deixou arrebatada

Anna Karénina, Lev Tolstoy
Um grande clássico e mais um livro que demonstra o porquê de eu adorar Tolstoy.

Rainha das Trevas, Anne Bishop
O final de uma das minhas trilogias preferidas de sempre que me fez chorar e corou Anne Bishop como uma das senhoras da literatura que mais venero

Monte dos Vendavais, Emily Brönte 
Outro clássico, outro dos meus preferidos. Uma história sobre o extremo do amor, sobre a obsessão e a loucura.

 

domingo, 1 de setembro de 2013

Aquisições e Leituras *AGOSTO*

  Pois é, as férias terminaram hoje e estou finalmente de regresso aos meus livros, ao blogue e, claro, a casa.

 Este mês não comprei muitos livros, ou seja, finalmente portei-me bem, uma salva de palmas se faz favor! Comprei o resto que me faltava de uma saga que estou a adorar, adorar, um livro que queria imenso e os que me interessavam da colecção de eróticos. Nada mal, não é?

   Sendo mês de férias, não consegui ler muito pois os amigos exigem a atenção, daí que tenham sido poucas as opiniões mas a verdade é que regressei cheia de vontade de ler e fazer opiniões! Entretanto fui ver uma das adaptações mais desejadas deste ano, chegámos aos 200 seguidores e tivémos a primeira vencedora de passatempo. O Picture Puzzle continua e duas autoras que adoro fizeram anos. Resultado: um Agosto calmo mas que correu até bastante bem!


Aquisições


Trópico de Câncer, Henry Miller
Fanny Hill, John Cleland
Dois dos livros que queria da colecção de eróticos já cá cantam e já desejava lê-los há algum tempo
 

A Cidade dos Anjos Caídos
A Cidade das Almas Perdidas
Príncipe Mecânico
Cassandra Clare
E já tenho TODOS da Cassandra para ler que nem louca enquanto aguardo pelos próximos!
 
 
 O Canto de Aquiles, Madeline Miller
Um livro que ando a namorar desde que saiu e que é tão a minha cara


O Melhor e o Pior do Mês

Este mês não há pior mas sim dois melhores livros do mês!



As restantes opiniões de Agosto




E...

Picture Puzzle #39 e #40
Quem Faz Anos Hoje? Suzanne Collins e Sarah Dunant 


Próximas Opiniões