terça-feira, 4 de março de 2014

Diário da Maratona Literária I - Quarto Dia


  Hoje já dei um avançazinho na leitura actual, Such Sweet Sorrow, um retelling que junta Hamlet e Romeu e Julieta numa fantasia. Até agora está a ser uma leitura muito interessante e que prima pela originalidade. Já que não tenho o fim da série Laços de Sangue da mesma autora (obrigada 1001 Mundos!), ao menos leio algo novo da Jennifer.

  Quando terminar este livro, ainda não sei se vou ler o livro do desafio, Hunger Like No Other, ou o Nove Mil Dias e Uma Só Noite (detesto este título, serei a única??)... veremos.


Livros Lidos:

 105 páginas

  384 páginas


A Ler:

 30% de 100


579 Páginas Lidas

Opinião - White Hot Kiss

Título Original: White Hot Kiss (#1 Dark Elements)
Autor: Jennifer L. Armentrout
Editora: Harlequin Teen
Número de Páginas: 384


Sinopse
 One kiss could be the last

Seventeen-year-old Layla just wants to be normal. But with a kiss that kills anything with a soul, she's anything but normal. Half demon, half gargoyle, Layla has abilities no one else possesses.

Raised among the Wardens—a race of gargoyles tasked with hunting demons and keeping humanity safe—Layla tries to fit in, but that means hiding her own dark side from those she loves the most. Especially Zayne, the swoon-worthy, incredibly gorgeous and completely off-limits Warden she's crushed on since forever.

Then she meets Roth—a tattooed, sinfully hot demon who claims to know all her secrets. Layla knows she should stay away, but she's not sure she wants to—especially when that whole no-kissing thing isn't an issue, considering Roth has no soul.

But when Layla discovers she's the reason for the violent demon uprising, trusting Roth could not only ruin her chances with Zayne…it could brand her a traitor to her family. Worse yet, it could become a one-way ticket to the end of the world.


Opinião

  Jennifer começou a sonhar em se tornar escritora nas aulas de álgebra, nas quais ela passava o tempo a escrever contos, o que explica as suas más notas nessa disciplina. Mulher de muitas faces, não há género em que não escreva, ou quase. Paranormal, ficção científica, fantasia ou romances contemporâneos. Young Adult, ou Nem Adult e livros para adultos com o seu pseudónimo J. Lynn. Seja, o que for, Jennifer escreve-o e com sucesso. Os seus livros são publicados por quatro editoras, tendo escrito catorze e três contos como Jennifer L. Armentrout e três como J. Lynn, tem duas séries de sucesso, uma que será adaptada para filme e outra para TV.

  Dark Elements é a sua nova série paranormal e promete manter a qualidade e sucesso de The Lux e Convenant. White Hot Kiss é o primeiro livro da trilogia, e saiu no final do mês passado.

  Depois de muito ouvir falar desta autora, heis que finalmente me estreio com a sua mais recente série e, as expectativas, foram confirmadas, até mesmo superadas. White Hot Kiss é um furacão de adrenalina, tensão e sensualidade, que nos deixa a desesperar pela continuação, tal é a forma como ficámos agarrados à sua história. Jennifer L. Armentrout prova nas últimas páginas o quão tortuosa pode ser, confirma logo no início que romance paranormal é a sua praia e, durante toda a leitura, deixa-nos completamente obcecados. Com humor, a autora conquista-nos pelas grandes doses de acção, romance e diversão, com que nos presenteia ao longo destas páginas.

  Gárgulas e demónios numa guerra milenar, um amor proibido, feitiços e Apocalipse, são os ingredientes deste enredo explosivo, a que não falta lutas, reviravoltas e muitas cenas quentes. A forma como nos é apresentado as gárgulas, o seu mundo e costumes, bem como o meio do submundo infernal, é muito interessante e, a acção constante, vidra-nos neste mundo cujas várias características paranormais são conjugadas com bastante equilíbrio. Entre os tempos de hoje e lendas do Velho Testamento, muitos são os momentos marcados por uma enorme tensão, uma constante nesta leitura que não nos deixa respirar nem pensar, um segundo que seja.

  Se os momentos de mais acção com lutas, fugas, entre outras, são algo de bastante visual e intenso neste livro, os momentos de romance não quebram a regra da intensidade. O romance entre os protagonistas, tendo desde logo vários factores contra, é marcado pelas diferenças dos protagonistas, pela forma como a sua relação passa de desprezo a algo mais intenso e pelas muitas cenas de fazer calor que ambos protagonizam. A autora consegue criar uma química fantástica entre o casal, o que faz com que torçamos pela relação desde o início e nos deixe quase a arrancar cabelos por causa dos obstáculos que lhes vão sendo colocados. O final, uma total tortura, deixa-nos a torcer ainda mais por eles e cheio de curiosidade pelo que se irá passar a seguir.

  Layla, a protagonista, é um bocadinho inocente e ingénua demais para o meu gosto, algo que é fomentado pela maior parte das personagens à sua volta, sendo por isso tão giro ver a evolução da sua relação com Roth, um tipo com muita piada, um autêntico mau rapaz que acaba por se revelar e, que é sem dúvida, a minha personagem preferida. O suposto outro elemento do triângulo, Zayne, enerva-me por ser demasiado perfeitinho mas não se pode ter tudo.

  White Hot Kiss foi assim uma estreia a altura e correspondeu às muitas expectativas que tinha quanto a esta autora, tendo-me deixado completamente vidrada e a sofrer por ainda faltar tanto para Novembro. 

Tentações: A Informadora [ASA]

 O primeiro livro de uma nova série sobre
Crime na Roma Antiga

Já na sua livraria Leya



Título: A Informadora
Título Original: The Ides of April
Autor: Lindsey Davis
Editora: ASA
Número de Páginas: 400
Preço: €17.50
ISBN:  9789892325668




*Lindsey Davis*
  Nasceu em Birmingham, Reino Unido, e estudou Literatura Inglesa em Oxford. Os seus romances policiais passados na  Antiguidade Clássica granjearam-lhe fama mundial e diversos prémios literários, nomeadamente o Crimewriters’ Association Dagger, o Ellis Peters Historical Dagger e o Sherlock Award. Em 2009, a cidade de Saragoça atribuiu-lhe o Prémio internacional pela sua carreira de escritora histórica. Graças à notoriedade que Roma ganhou com a sua obra, a cidade honrou-a com o Premio Colosseo, em 2010. Em 2011 foi distinguida com o prémio de carreira Cartier Diamond Dagger pela Crimewriters’ Association.



A Informadora

Sinopse
Roma, ano 89 DC. As regras ditam que uma mulher deve ser submissa e modesta. Não deve levantar a voz, vestir roupas extravagantes, sair à noite, beber ou desafiar a autoridade… e muito menos envolver-se em assuntos criminais. Flávia Albia contraria todas estas normas (e mais algumas). Vive sozinha na zona boémia de Roma, cultiva amizades pouco recomendáveis e não se coíbe de lutar pelos seus direitos. Filha de um detetive, Flávia decidiu desde cedo seguir os passos do pai. Mas a investigação é uma profissão masculina. Para ser respeitada, ela sabe que terá de ser a mais rápida, a mais perspicaz, a melhor. Flávia é a única a reparar que o número de mortes inexplicáveis tem vindo a aumentar na cidade. Por não terem ligação entre si nem indícios de violência, não levantaram suspeitas. As denúncias de Flávia são ignoradas pelas autoridades, que estão demasiado ocupadas com a organização dos Jogos de Ceres, o momento alto do ano. E até mesmo a própria Flávia, distraída com a perspetiva de um novo romance, não vê que a morte está demasiado perto de casa…


Porquê uma tentação?
Crime. Na Roma Antiga. Resolvidos por uma mulher. Não chega??





Já na sua livraria LeyaOnline


segunda-feira, 3 de março de 2014

Diário da Maratona Literária I - Terceiro Dia


  Chegámos ao terceiro dia de Maratona que, graças a noite dos Óscares (que vejo religiosamente todos os anos), foi muito fraquinha hoje. Inicei o terceiro livro mas ainda vou mesmo no início, e espero recuperar terreno rapidamente.


Lidos:

 105 páginas

384 páginas


A Ler:

6%


501 Páginas Lidas

Opinião - O Despertar do Mundo

Título Original: The Aftermath
Autor: Rhidian Brook
Editora: ASA
Número de Páginas: 328


Sinopse
 Em 1945, enquanto o mundo celebra a vitória sobre o exército nazi, a Alemanha derrotada é dividida. De um lado, a União Soviética. Do outro, os Estados Unidos, a Grã-Bretanha e a França. A Guerra Fria está prestes a começar. Em Hamburgo, grupos de crianças esfomeadas vasculham os destroços em busca de alimentos, famílias desalojadas lutam por abrigos imundos. É nesta cidade arruinada que o coronel Lewis Morgan é encarregado de repor a paz. O governo inglês requisita uma casa para o acolher a ele e à família. Aos proprietários da mansão resta a indigência. É então que o coronel propõe uma solução inédita: a partilha do espaço. Mas ao contrário do que coronel espera, este pacto vai ser explosivo. A sua mulher, Rachel, vive fechada em si própria. O filho de ambos, Edmund, debate-se com uma solidão extrema. A alemã Freda é a adolescente rebelde, filha de Herr Lubert, um homem de elite inconformado com a submissão que lhe é imposta. Entre segredos e traições, a vida na casa é uma bomba-relógio que uma paixão proibida ameaça ativar.. Baseado no extraordinário ato de bondade do avô do autor, O Despertar do Mundo pinta um retrato único da guerra vista do lado dos perdedores.


Opinião

  Impedido de trabalhar por dois anos, Rhidian começou a escrever algumas histórias quando se sentia com energia e, quando ganhou um concurso de contos na Time Out em 1991, ganhou confiança para escrever mais ainda. Mesmo quando ficou melhor e voltou ao trabalho, continuou a escrever, publicou mais uma série de contos em diversas revistas e iniciou o seu primeiro livro, que viria a ser publicado em 1997. Depois de ter lançado o seu segundo romance, dois anos depois, Rhidian pensou em dedicar-se por completo à escrita mas não conseguiu escrever um terceiro livro e dedicou-se a escrever guiões para a BBC.

  Escreveu um livro sobre a pandemia das DST no Exército da Salvação depois de uma viagem de nove meses por África, Índia e China, durante a qual fez transmissões para a BBC World Service e para a Radio 4. Continuou a escrever guiões e um deles tornou-se no seu terceiro muito desejado romance, uma história baseada nas experiências do seu avô na Alemanha pós-Segunda Guerra.

  O Despertar do Mundo foi publicado o ano passado e os seus direitos já foram comprados para vinte e três países.

  À primeira vista, este poderia ser mais um livro sobre a II Guerra Mundial mas, surpreendentemente, O Despertar do Mundo revelou-se um relato único sobre a perda da Alemanha e a sua divisão pelos vencedores. Através de uma escrita emotiva, extremamente transparente e delicadamente forte, Brook apresenta um quadro triste de um povo condenado pelas acções de alguns, de um país destruído e desprovido da sua identidade, de um grupo de heróis que marcado pelas imagens de terror tanto se deixou levar pelo ódio como conseguiu ver mais do que um símbolo ou partido. Uma história que vai mais além, este livro é marcante e numa tão vasta colecção de livros sobre este tema, marca a diferença, não só por ser baseado em factos verídicos como pela mensagem que transmite.

  Ao longo de uma leitura que nos impede de largar o livro, somos tocados pelas fortes emoções, tanto de vencedores como de perdedores, separados por uma linha ténue e unidos pelas perdas, pelo sofrimento e pela crença de que o seu mundo mudou totalmente. Somos atacados pelas imagens da fome, do desprezo, da revolução e do medo através das várias descrições, cruas e tristes, emocionalmente pesadas, em que podemos ver o quão pouco separava os ocupados dos ocupadores. Numa Alemanha sem comida, sem tecto e arrancada da sua nacionalidade à força dos crimes dos seus maiores, vemos como ingleses, marcados pela morte, pela destruição e horrorizados pela crueldade de um homem, ocuparam, tomaram e desprezaram, pessoas que sofreram tanto como eles apenas porque estes partilhavam um país com aqueles que aterrorizaram o mundo.

  Mas, numa obra tão triste, há uma réstia de luz, uma esperança nascida da bondade e da coragem de alguns, aqueles que deram a mão, que lutaram pela despenalização daqueles que perderam não a guerra, mas o seu mundo. A amizade, a compreensão, a aceitação e, até um amor proibido, dão asas a relações marcadas não pelo ódio e temor, mas pela dor comum da perda dos seus, da destruição das suas casas, das suas vidas, do tempo perdido em fugas e combates, das memórias conjuntas que se desfizeram ou nunca se realizaram. Esta é uma leitura que nos ensina que nada é preto e branco apenas, que numa guerra nunca há vencedores, que cores e partidos, sotaques e artistas, não separam a Humanidade, mas sim o preconceito, a fome voraz de ambição de poucos e a incompreensão.

  Num enredo tão forte em emoções, são as personagens que lhe dão vida, que o transformam em histórias humanas e cheias de sentimentos. Cada personagem tem uma história a contar, cada uma delas tem algo a aprender, a ensinar, a superar ou a esquecer. Sejam os meninos órfãos cheios de fome que trocam cigarros pelo que puderem, seja a criança esquecida em prol da perda do irmão mais velho, seja o soldado que viu demasiado e não sabe recuperar a família, seja a mãe cheia de ódio que perdeu o filho e descobre o perdão e o amor onde menos esperava, seja o homem que perdeu a mulher e precisa de amar novamente, seja a menina que se está a tornar mulher num mundo que já não é o seu… Todos eles, têm algo em comum, todos eles nos tocam de maneiras indefiníveis.

  Uma poderosa narrativa, um relato maior, O Despertar do Mundo é uma história feita de histórias, de acções, de consequências, uma história da Humanidade perdida num novo mundo frio e desprovido de compreensão. É uma lição de vida que jamais esqueceremos.

domingo, 2 de março de 2014

Diário da Maratona Literária I - Segundo Dia


  Este segundo dia de Maratona foi muito mais produtivo. Acabei o segundo livro, tendo lido desde ontem 317 páginas, e fiquei viciada ainda mais uma série. Oh que bom! Como se eu já não lesse muitas...

 Vou assim iniciar o terceiro livro, Such Sweet Sorrow de Jenny Trout, um pseudónimo da autora Jennifer Armintrout (autora de Laços de Sangue, Cinzas e Possessão), de quem gosto bastante.


Lidos:

 105 páginas
 
 384 páginas


A Ler:

0 de 304 páginas


489 Páginas Lidas  

sábado, 1 de março de 2014

Diário da Maratona Literária - Primeiro Dia


  O primeiro dia da Maratona ainda não foi muito produtivo. Li um conto de 105 páginas e comecei um livro, o qual ainda vou muito no início. Mas hei, ainda tenho uma longa noite pela frente... Sofrer de insónias há-de servir para alguma coisa!

  Ambas as leituras são de uma nova série de uma autora que quero há muito ler, graças ao conselhos da p7 e, até agora, estão a corresponder largamente à expectativa. É uma série Young Adult com demónios e gárgulas e recebi o primeiro livro da editora através do NetGalley.


Livros Lidos:

 105 páginas


A Ler:

  vou na página 67 de 384

Opinião - World After

Título Original: World After (#2 Penryn & the End of Days)
Autor: Susan Ee
Editora: Skyscape
Número de Páginas: 314


Sinopse
In this sequel to the bestselling fantasy thriller, Angelfall, the survivors of the angel apocalypse begin to scrape back together what's left of the modern world.

When a group of people capture Penryn's sister Paige, thinking she's a monster, the situation ends in a massacre. Paige disappears. Humans are terrified. Mom is heartbroken.

Penryn drives through the streets of San Francisco looking for Paige. Why are the streets so empty? Where is everybody? Her search leads her into the heart of the angels' secret plans where she catches a glimpse of their motivations, and learns the horrifying extent to which the angels are willing to go.

Meanwhile, Raffe hunts for his wings. Without them, he can't rejoin the angels, can't take his rightful place as one of their leaders. When faced with recapturing his wings or helping Penryn survive, which will he choose?


Opinião
  Susan já esteve em alguns dos sítios mais exóticos do mundo como Jerusalém e Costa Rica mas é a escrever que a sua imaginação realmente vai mais longe. Talvez por isso tenha deixado a advocacia.


  World After é a continuação do seu primeiro livro, Angelfall, uma série distópica sobre o Apocalipse. Publicado em Novembro do ano passado, é o segundo de uma série de cinco e está traduzido apenas para polaco. Segundo o Goodreads e a editora da autora, o terceiro livro sairá em Junho deste ano.
 Depois de uma estreia arrasadora com Angelfall, este segundo volume vem apenas confirmar o que já suspeitava: Susan Ee não é uma autora a subestimar. Muito pelo contrário. É uma autora obrigatória a todos os que adorem uma distopia e que precisam de algo diferente. É uma autora, que com a sua imaginação fértil, nos agarra da primeira a última palavra, com uma história onde não falta nem originalidade nem adrenalina e que, como World After me demonstrou, livro a livro, consegue adensar ainda mais a trama e torná-la ainda melhor e mais viciante.
 
  Este segundo volume, tal como o primeiro, fecha um ciclo mas o seu final é uma abertura em grande para o próximo, deixando questões importantes em aberto e dando-nos toda uma nova perspectiva deste mundo. Mais complexo e obscuro, World After resolve alguns mistérios mas cria outros, dá-nos mais pistas, apimentando a nossa curiosidade, enquanto mantém o ritmo alucinante a que a autora já nos habitou. Com um enredo cheio de acção e suspense, reviravoltas inesperadas e momentos de cortar a respiração, este livro é ainda melhor que o seu antecessor. Não só porque responde a algumas perguntas em aberto mas porque se adensa ainda mais, deixando-nos completamente à toa quanto ao que acontecerá a seguir, e completamente vidrados na história.

  Assustador algumas vezes, surpreendente no seu todo mas com momentos fugazes de ternura, esta é uma leitura que volta a questionar a fé, o nosso amor aos mais chegados, a forma como tratámos o próximo, a nossa capacidade de sobrevivência. Numa guerra em que muitos se deixam arrastar e prender, em que perdem o seu amor- próprio para viverem, outros revoltam-se, planeiam, esperam mas, os verdadeiros heróis, nascem inconscientemente. Não só uma guerra contra a Humanidade ou uma conquista da Terra, este Apocalipse ganha contornos políticos e científicos mais do que filosóficos ou religiosos. Com pormenores interessantes e contornos inesperados, a autora adiciona lutas internas no exército angelical e experiências frankensteinianas, enquanto mostra o pior lado da Humanidade e a inveja que estes causam aos anjos que, apesar disso, vêem os humanos como animais de estimação.

  Penryn continua a demonstrar a sua qualidade como protagonista, mantendo-se corajosa, algo imprudente mas também demonstrando o seu lado mais frágil ou humano. As personagens que a cercam como Dee e Dum, a mãe ou a sua irmã Paige, continuam a mexer com a nossa curiosidade, sendo autênticos mistérios a descobrir pelo leitor. Já Raffe, apesar de pouco presente neste livro, continua a ser um dos pontos fortes do livro e, teve uma substituta a altura nos seus momentos de desaparecimento.

  World After é uma sequela que se prova à altura do seu antecessor, deixando o leitor ainda mais vidrado na série e completamente desesperado pelo próximo livro. É caso para dizer que Susan Ee está a marcar o passo no género distópico e, deixem-me que vos diga, a passos bem largos.


As minhas opiniões da série